Após agressão na UFBA, Felipe Freitas cobra responsabilização de deputado
O secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas, acionou o Ministério Público Eleitoral, a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e a Polícia Federal após o episódio envolvendo o deputado estadual Diego Castro e o estudante Tobias Muniz, ocorrido nesta quinta-feira, 20, na Universidade Federal da Bahia (UFBA).Freitas também se manifestou publicamente contra a agressão sofrida pelo estudante e classificou o episódio como um ato violento e antidemocrático.Segundo o secretário, as medidas adotadas têm como objetivo garantir a apuração do caso e preservar o debate democrático no estado.Nesta tarde, o secretário recebeu Tobias, que é estudante da Faculdade de Comunicação (Facom), liderança do Centro Acadêmico Vladimir Herzog e diretor do Instituto de Desenvolvimento da Cultura e da Educação (IDCE) da UFBA.
Durante o encontro, Tobias relatou o ocorrido e ressaltou o papel institucional da SJDH no acolhimento à vítima e na busca por reparação diante de episódios de intimidação política.
Leia Também: CONFUSÃO NA UFBA Diego Castro enfrenta pedido de cassação após caso de agressão na UFBA POLÍCIA Candidato a deputado é preso e vereadores são alvos de operação contra o PCC POLÍCIA Loja no Shopping da Bahia é assaltada e tem prejuízo de mais de R$ 16 mil “Quando não podem vencer no argumento, tocam o dedo na gente.
Isso é inadmissível e tem que ser reparado.
Ações como essa não podem mais ocorrer porque reforçam o antidemocratismo”, afirmou Tobias Muniz, ressaltando ainda que atos de intimidação e repressão afrontam a diversidade e os princípios defendidos pelas universidades públicas.Após ouvir o relato do jovem, o secretário confirmou que o Delegado Geral da Polícia Civil já lavrou o boletim de ocorrência para o início imediato das medidas judiciárias.
Em paralelo às ações jurídicas e policiais, o secretário entrou em contato com a presidenta da ALBA para solicitar a adoção de medidas que zelem pela ética e pelo decoro parlamentar e formalizou o ocorrido perante Polícia Federal, ao Ministério Público e a Justiça Eleitoral“Não é aceitável que agentes políticos questionem as regras do jogo democrático ou recorram à violência como método de enfrentamento das divergências políticas.
Cabe às lideranças, sejam elas aliadas ou adversárias, repudiar essas condutas e reafirmar seu compromisso com a democracia”, afirmou Felipe Freitas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.