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Auxiliar de escola admite ter mandado aluno autista bater a cabeça: 'fala infeliz'

G1 ·
Auxiliar de escola admite ter mandado aluno autista bater a cabeça: 'fala infeliz'

Mãe de criança com autismo relata maus-tratos em escola de Santos A funcionária terceirizada responsável por auxiliar alunos da educação especial acusada de maus-tratos contra um estudante de 8 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Santos, no litoral de São Paulo, prestou depoimento à Polícia Civil.

Aos policiais, a mulher descreveu como “fala inadequada e infeliz” ter mandado o menino bater a cabeça na parede.

O caso veio à tona após a mãe do aluno, Gabryelle Vieira da Silva, colocar um gravador na mochila do garoto, que é autista não verbal.

De acordo com o boletim de ocorrência, ela tomou a atitude após notar mudanças no comportamento do filho ao prepará-lo para ir à escola municipal Waldery de Almeida, no bairro Santa Maria. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp.

Segundo a mãe, os áudios registraram que a profissional de apoio demonstrava irritação e falta de controle ao lidar com a criança.

Além disso, ela teria negado acesso aos alimentos que Gabryelle enviava para a escola e mandado o menino dormir com frequência.

A funcionária foi afastada após a denúncia.

O caso foi registrado como maus-tratos pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Santos e encaminhado para investigação do 5º Distrito Policial (DP), onde a funcionária prestou depoimento.

O g1 não localizou a defesa dela até a última atualização desta reportagem.

Segundo o depoimento obtido pelo g1, a funcionária prestava apoio para outro aluno da mesma sala.

Ela permaneceu com o filho de Gabryelle porque essa é a dinâmica escolar quando o estudante assistido não demanda acompanhamento direto e há outra criança necessitando de atenção.

A profissional negou ter praticado maus-tratos contra o estudante, que, no dia dos fatos, já teria chegado à escola muito agitado.

Ela disse que tentou realizar atividades com o menino, mas ele não correspondia.

Por isso, procurou acalmá-lo oferecendo brinquedos e outras alternativas, que também foram recusadas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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