Wall Street e Bolsas se recuperam com alívio no petróleo após fala de Trump
Após a queda majoritária registrada nos pregões de ontem, as Bolsas globais dão sinais de recuperação nesta sexta-feira (9). O bom humor é guiado pelo recuo do petróleo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã não será atacado antes das eleições de novembro .
Índices de Nova York avançam na pré-abertura dos negócios. Por volta das 6h55, o Nasdaq, formado pelas empresas de tecnologia, puxava os ganhos ao subir 0,82%. As altas também eram registradas pelo S&P 500 (+0,41%) e pelo Dow Jones (+0,17%), composto pelas ações das grandes empresas e dos bancos.
O ntem (8), apenas o Dow Jones teve desempenho positivo. A variação positiva de 0,1% levou o índice aos 51.231,64 pontos. Por outro lado, o Nasdaq recuou 1,25%, para 27.193,34 pontos, e o S&P 500 perdeu 0,47%, aos 7.765,36 pontos.
Alta majoritária atinge também os mercados europeus. O índice pan-europeu Stoxx 600 operava em alta de 0,81%, aos 630,60 pontos às 7h33. O indicador buscava se recuperar das perdas do pregão anterior, quando fechou no menor nível em quase quatro meses.
Principais índices do continente europeu também sobem. O FTSE 100 de Londres (+0,92%), CAC 40 de Paris (+0,89%) e DAX de Frankfurt (+0,52%) registravam ganhos expressivos. O FTSE MIB de Milão e o IBEX 35 Madri subiam mais de 1%.
Na Ásia, a maioria dos mercados fechou no campo positivo. O índice Hang Seng liderou a alta com ganho de 1,79% em Hong Kong, impulsionado pelas ações da Xiaomi, que subiram 9,7%. Na China continental, o Xangai Composite teve ligeira alta de 0,05%, para 3.813,79 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composite avançou 0,18%, aos 2.369,61 pontos.
Declaração de Trump contribui para o otimismo do mercado. O presidente norte-americano afirmou ontem que os Estados Undos vão interromper os ataques ao Irã até 3 de novembro , data das eleições legislativas do país. Em publicação na rede Truth Social, ele afirmou que Washington mantém conversas "produtivas" com Teerã, mas ressaltou que o bloqueio no Oriente Médio continuará.
Alívio nas tensões interfere na queda da cotação do petróleo. Às 7h29, os contratos do Brent, referência internacional para o combustível, com entregas previstas para dezembro, recuavam 1,37%, para US$ 102,85. A variação é acompanhada de perto pelo mercado para precificar o futuro da inflação e das taxas de juros pelo mundo.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.