Ibovespa futuro cai com exterior à espera de sanções dos EUA contra Irã; dólar avança
Nesta segunda-feira (24), o Ibovespa futuro (INDFUT) caía 0,28%, aos 173.570 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), com o tom negativo dos mercados externos em meio à expectativa de novas sanções econômicas dos EUA contra o Irã.
O dólar à vista abriu a R$ 5,1469 , com alta de 0,03% , e poucos minutos depois, a divisa renovou a máxima intradia para R$ 5,1524 (+0,14%).
Por aqui, o cenário eleitoral é o foco de atenção no ambiente doméstico.
Na última sexta-feira (21), a pesquisa Datafolha mostrou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tecnicamente empatados em um eventual segundo turno, com o petista com 47% das intenções de votos e o senador, 43%.
Já hoje, a pesquisa BTG Pactual /Nexus apontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46 % e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 45 % das intenções de voto em um eventual segundo turno.
Na semana anterior, Lula tinha 47% e o senador, filho de Jair Bolsonaro, 44%.
Ainda no tema eleições, o mercado fica à espera de sabatinas dos candidatos à Presidência realizada pela Globo, logo após o Jornal Nacional.
O primeiro a ser entrevistado é Romeu Zema (Novo) nesta segunda-feira.
Além disso, a Proposta de Emenda à Constituição (PCE) para o fim da escala 6×1 ganhou um relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, mas a tramitação ainda é incerta devido ao calendário mais apertado.
Entre os dados, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de agosto deve ser divulgada na próxima quarta-feira (26), Pnad Contínua na quinta-feira (27) e dados do Caged, na sexta-feira (28).
Internacional As tensões geopolíticas com a expectativa de novas sanções econômicas dos Estados Unidos contra o Irã.
Em uma postagem na rede social X, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que esta segunda-feira será o “Dia D econômico”.
“Ao amanhecer começa um Dia D econômico — a maior ofensiva financeira já orquestrada contra um adversário”, escreveu Bessent na publicação.
Na semana passada, o secretário disse que os EUA pretendem “colapsar” a República Islâmica com as “sanções mais duras da história”.
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