Shadow AI: o maior risco pode não ser a IA, mas a falta de controle sobre ela
A corrida pela adoção da inteligência artificial já começou e dificilmente haverá organizações competitivas que consigam ficar à margem dessa transformação.
A IA deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para se tornar um componente estratégico dos negócios, acelerando processos, apoiando decisões e, cada vez mais, executando atividades de forma autônoma.
Mas existe uma pergunta que poucas empresas conseguem responder com segurança: quais dados seus colaboradores estão compartilhando diariamente com ferramentas de inteligência artificial? A resposta, na maioria das organizações, é preocupante, pois, enquanto as lideranças discutem estratégias para acelerar a adoção da IA, milhares de funcionários já utilizam diferentes ferramentas em suas atividades diárias, muitas vezes sem conhecimento das áreas de Tecnologia e Segurança da Informação.
Esse fenômeno, conhecido como Shadow AI, representa um dos maiores desafios atuais para a proteção de dados corporativos.
Uma pesquisa da KPMG mostra que 80% das empresas brasileiras já utilizam inteligência artificial, porém 57% dos colaboradores escondem esse uso da gestão.
Ao mesmo tempo, apenas 30% das organizações possuem integração eficiente entre suas plataformas de IA e os ambientes corporativos.
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