Ministério da Justiça oficializa demissão de Eduardo Bolsonaro de cargo na PF
O Ministério da Justiça oficializou, nesta segunda-feira (21), a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal.
Eduardo foi demitido pela infração disciplinar de “abandono do cargo”, após o ex-deputado ter faltado ao serviço por um período superior a 30 dias consecutivos sem justificativa.
Leia também Prazo para Mendonça rebater acusações de Moraes termina nesta segunda Presidente da Corte, o ministro Edson Fachin, desmarcou julgamento e analisa como conduzir o caso Coligação de Lula aciona TSE contra uso de perfis para impulsionar campanha de Flávio Segundo a petição, a equipe de monitoramento de redes da campanha de Lula mapeou 1.826 publicações no Instagram em coautoria entre 492 perfis A determinação foi assinada pelo ministro Wellington Lima e Silva na sexta-feira (18), mas somente publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.
Após a perda do mandato na Câmara Federal, a PF determinou, em 2 de janeiro, que Eduardo fosse reconduzido imediatamente ao cargo na corporação.
O segundo filho de Jair Bolsonaro está nos Estados Unidos desde março de 2025, quando se licenciou do mandato na Câmara.
Em dezembro, ele perdeu o cargo como parlamentar também pelo número de ausências injustificadas.
No Brasil, Eduardo foi condenado em 16 de junho pelo Supremo Tribunal Federal a 4 anos e 2 meses por coação no curso do processo que julgava o ex-presidente Jair no âmbito da trama golpista.
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