Taxas do Tesouro Direto têm forte queda e IPCA+ fica abaixo de 8% pela primeira vez desde junho
As taxas dos títulos do Tesouro Direto recuam nesta sexta-feira (21) e caminham para o menor nível desde junho nos títulos Tesouro IPCA+ 2032.
Esse título foi muito indicado por analistas de investimentos desde que as taxas chegaram a níveis recordes.
A falta de compradores institucionais obrigou o Tesouro Nacional a reduzir leilões e, mesmo assim, as taxas mantiveram trajetória de alta.
A queda vem em meio a uma combinação de ajuda vinda de fora – o aumento do programa de recompras anunciado pelo Tesouro americano deu um forte alívio às taxas de vencimento longo nos Estados Unidos nesta semana – e mais compradores locais após o vencimento de cerca de R$ 260 bilhões na segunda-feira (16).
A notícia é boa para quem aproveitou os momentos em que o Tesouro IPCA+ 2032 atingiu rendimento real de 8,5% ao ano.
Quando as taxas caem, os títulos já em posse dos investidores se valorizam e há um ganho na marcação a mercado.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2032 paga IPCA + 7,97%, ante IPCA + 8,05% na última sessão.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2040 retorna IPCA + 7,47%, ante IPCA + 7,54% na última sessão.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2050 retorna IPCA + 7,27%, ante IPCA + 7,30% na última sessão.
A aplicação no Tesouro Prefixado 2029 paga 14,22%, ante 14,29% na última sessão.
A aplicação no Tesouro Prefixado 2032 remunera 14,66%, ante 14,74% na última sessão.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.