FIIs de shoppings: Itaú BBA vê oportunidades em 4 fundos; confira as recomendações
Os fundos imobiliários de shopping centers enfrentam um 2026 mais desafiador, mas o Itaú BBA identifica oportunidades no segmento.
Após uma valorização média ponderada de 25,2% em 2025, os FIIs do segmento acumulam queda de 3,1% neste ano, enquanto o IFIX recua 2,6%.
Contudo, mesmo com ambiente de juros elevados, endividamento das famílias e incertezas relacionadas à reforma tributária, os resultados operacionais dos empreendimentos continuam sólidos.
Além disso, o mercado de transações permanece aquecido.
Nesse cenário, o Itaú BBA mantém quatro recomendações de compra entre os oito FIIs de shopping centers analisados no relatório.
Entre os fundos destacados estão HGBS11 (Hedge Brasil), HSML11 (HSI Malls), VISC11 (Vinci Shopping Centers) e XPML11 (XP Malls), que apresentam características diferentes, mas têm como pontos em comum a qualidade dos ativos, indicadores operacionais e/ou diversificação de suas carteiras.
Leia Mais: TRXF11 cresceu rápido demais? Gestão explica dívida, patrimônio e queda de 20% no ano BBA aponta diversificação e posições majoritárias como critérios para seleção Segundo o BBA, o HGBS11 se destaca pela diversificação da carteira, formada por 19 empreendimentos em 14 cidades e seis estados, além do histórico de reciclagem de ativos e da experiência da gestão.
Em junho, as vendas cresceram 2,3% na comparação anual e o NOI (Receita Operacional Líquida) por metro quadrado avançou 8,6%, enquanto a vacância ficou em 4,4%.
Já o HSML11 possui oito ativos e participação majoritária em sete deles.
A taxa de ocupação chegou a 96,2% em junho e 54% da receita mensal veio de aluguel mínimo.
Para o BBA, as posições majoritárias, a presença de ativos dominantes e a previsibilidade proporcionada pelo aluguel mínimo estão entre os principais pontos positivos do fundo.
O VISC11 , por sua vez, chama atenção pela pulverização: são 32 ativos distribuídos por 15 estados e administrados por 11 empresas.
O fundo registrou crescimento de 11,8% no NOI por metro quadrado em junho e possui uma reserva acumulada de R$ 1,23 por cota.
A diversificação geográfica e entre administradoras é um dos principais diferenciais apontados pela casa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.