IBGE: Vendas no varejo do Brasil avançam 0,5% em junho, acima do esperado
O setor de varejo do Brasil encerrou o segundo trimestre com aumento das vendas maior do que o esperado em junho, acelerando o ritmo em relação ao mês anterior.
As vendas varejistas subiram 0,5% em junho na comparação com o mês anterior, informou nesta quinta-feira (13) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em maio, as vendas registraram alta de 0,3% na base mensal, após recuo de 1,5% em abril .
Leia Mais Vendas do varejo superam nível pré-pandemia em 12,5% em março, aponta IBGE Vendas no varejo do Brasil avançam 0,1% em maio, diz IBGE Vendas do varejo brasileiro crescem 5,4% em abril, diz Stone Em relação ao mesmo período do ano anterior, o varejo registrou alta de 2,9% nas vendas em junho.
Pesquisa da Reuters com analistas apontou que as expectativas eram de ganhos de 0,3% na comparação mensal e de 2,35% na base anual.
Economistas esperam moderação no setor em sintonia com a esperada desaceleração da atividade econômica, em um ambiente de política monetária restritiva, com a Selic atualmente em 14% .
No entanto, o varejo ainda é sustentado pelo mercado de trabalho forte e medidas de estímulo ao consumo.
Em junho, quatro das oito atividades pesquisadas na pesquisa do IBGE sobre o varejo apresentaram ganhos Dessa foram, outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,4%), Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%), Móveis e eletrodomésticos (0,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,2%), impulsionaram as vendas no mês.
As quatro que tiveram perdas foram Livros, jornais, revistas e papelaria (-9,9%), Tecidos, vestuário e calçados (-2,6%), Combustíveis e lubrificantes (-1,7%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%).
No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças; material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, houve recuo de 1,0% nas vendas gerais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.