K-pop abraça da gravidez à infância e vira até aliado na saúde mental
No último domingo (23), o Teatro Aracy Balabanian recebeu diferentes manifestações artísticas.
O público lotou o espaço e se animou com cada apresentação do Showcase Workpop, realizado pela escola de dança Kpoplace MS, que reuniu 21 apresentações com entrada gratuita e aberta ao público.
No palco, o K-pop dividiu espaço com a dança contemporânea e o hip-hop.
Mas quem mais se destacou foram as crianças e os adolescentes, que mostraram, em cada coreografia, como a dança e a música coreanas podem ocupar um lugar de afeto, expressão e transformação em suas vidas, como no caso de Fernanda Muniz, de 16 anos.
Foi na dança que ela encontrou uma forma de voltar a se conectar com algo que fazia parte dela desde criança.
Moradora de Campo Grande, ela começou a participar do projeto da Kpoplace MS no segundo semestre de 2025, depois de descobrir que havia vagas para aulas de dança.
“Naquele momento eu despertei minha criança, porque fazia muito tempo que eu não fazia.
Eu dançava desde criança, então foi como retomar o lugar que eu já tinha antes”, contou.
Fernanda conheceu o K-pop ainda mais de perto em um período em que enfrentava dificuldades emocionais e conta que a dança passou a fazer parte da sua rotina.
Antes, ela queria ficar em casa e se isolar; depois, passou a ter um compromisso semanal e encontrou no movimento uma maneira de cuidar também do corpo.
“Quando eu descobri o K-pop, comecei a ver as coreografias.
Foi como se eu tivesse despertado algo em mim”, relatou.
Entre os grupos que mais gosta estão Stray Kids e ILLIT, além de estar conhecendo o fandom do NewJeans.
No Showcase Workpop, Fernanda subiu ao palco em uma apresentação em grupo ao som de “Zombie W”, mostrando que, para ela, a dança vai muito além de aprender coreografias.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.