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Entre adaptação e agroecologia, jovem do Semiárido defende permanência no território em painel na COP17, na Mongólia

G1 ·
Entre adaptação e agroecologia, jovem do Semiárido defende permanência no território em painel na COP17, na Mongólia

Painel “Drylands, Big Solutions: From the Frontlines of Adaptation to Agroecological Food Systems Transformation” no Pavilhão Basil da COP17 na Mongólia.

Maristela Crispim/ Arquivo pessoal Enquanto a COP17 discute, em Ulaanbaatar, Mongólia, caminhos de adaptação para regiões secas e de transformação dos sistemas alimentares por meio da agroecologia, quem vive no Semiárido também leva para a conferência experiências construídas dentro dos próprios territórios.

Entre os participantes de um dos debates está Sival da Silva Fiuza, de 23 anos, morador de uma comunidade rural tradicional localizada no Sertão do Pajeú, em Pernambuco.

Ele representa, na COP17, a Rede de Juventudes da Plataforma Semiárido da América Latina, na qual atua como ponto focal de juventude dentro da secretaria executiva, e também é jovem multiplicador da agroecologia. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça O painel “Drylands, Big Solutions: From the Frontlines of Adaptation to Agroecological Food Systems Transformation” (“Terras secas, grandes soluções: da linha de frente da adaptação à transformação dos sistemas alimentares agroecológicos”) integra a programação do Pavilhão Brasil na COP17.

A discussão reúne experiências relacionadas à adaptação e à agroecologia em regiões secas.

É nesse espaço de debate que Sival leva a perspectiva de jovens que vivem no Semiárido.

Segundo ele, uma das propostas da participação é mostrar experiências desenvolvidas nos territórios e dar visibilidade às vozes de quem vive nessas regiões. (A repórter Diana Silva viajou para o evento a convite do Instituto ClimaInfo) “A gente veio aqui para a COP com um propósito fundamental de mostrar as vozes de jovens que vivem em regiões semiáridas dentro da COP, porque muitas vezes a gente tem esse apagamento, a gente é invisibilizado”.

A delegação da qual ele participa reúne cinco jovens do Brasil, El Salvador, Argentina e México.

A ideia, segundo Sival, é compartilhar práticas desenvolvidas nas comunidades e apresentar ao debate internacional uma perspectiva baseada na permanência no território, na agroecologia e nos conhecimentos ancestrais.

“Eu venho com uma perspectiva um pouco diferente, que é a de permanência no território, no que a gente vem produzindo através da agroecologia, através dos conhecimentos ancestrais e principalmente através do protagonismo juvenil.” Sival vive em uma região próxima ao município de Floresta, na área de confluência dos Sertões de Itaparica, Moxotó e Pajeú.

Segundo ele, a comunidade está próxima de uma área que apresenta características de transição entre o Semiárido e uma região mais árida.

A percepção sobre as mudanças no clima faz parte do cotidiano da comunidade.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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