PNAD Contínua: Desemprego despenca e número de pessoas ocupadas bate recorde histórico, aponta IBGE
A taxa de desemprego no país caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho e o número de pessoas ocupadas bateu recorde histórico com 103,3 milhões empregados no mesmo período, o que significou um aumento de 1 milhão de pessoas no mercado de trabalho.
Isso é o que mostra o a nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (27).
Os dados mostram que a taxa de desocupação caiu 0,5 p.p. em relação ao trimestre terminado em abril (5,8%) e 0,3 p.p. em comparação ao trimestre de maio a julho de 2025 (5,6%) .
Já o número de pessoas ocupadas teve alta de 1,0% no trimestre e aumento de 0,9% no ano (mais 899 mil pessoas).
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,9% com variação de 0,5 p.p. no trimestre (58,4%) e ficou estável no ano (58,8%).
Também houve queda de 8% na população desocupada (5,8 milhões), ou seja, menos 503 mil pessoas, em comparação com o trimestre de fevereiro a abril (6,3 milhões).
Já em relação ao mesmo trimestre de 2025, houve queda de 4,9% (menos 299 mil pessoas).
O número de pessoas desalentadas – aquelas em idade de trabalhar que desistiram de procurar emprego por acreditar que não vão encontrar uma vaga – também caiu 9,7% no trimestre (menos 248 mil pessoas) e registrou queda de 14,1% no ano (menos 380 mil pessoas).
O percentual de desalentados (2,1%) variou -0,2 p.p. no trimestre (2,3%) e -0,3 p.p. no ano (2,4%).
Empregados com carteira assinada também bate recorde A pesquisa ainda mostra que o número de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 39,4 milhões, o maior número da série .
O número de empregados sem carteira no setor privado também registrou alta, com um aumento de 3,6% no trimestre (mais 477 mil pessoas) e ficou estável (2,1%) no ano (mais 283 mil pessoas).
Com esses resultados, o número de empregados no setor privado foi maior da série histórica, com um total de 53,2 milhões de pessoas. é a soma de todos os rendimentos brutos que as pessoas ocupadas normalmente recebem por mês em seus trabalhos, ajustada pela inflação Rendimento real é o maior da série O IBGE também aponta que a massa de rendimento real habitua l , ou seja, a soma de todos os rendimentos brutos recebidos pelas pessoas ocupadas por mês em seus trabalhos, ajustada pela inflação, foi a maior da série (R$ 383,5 bilhões), com estabilidade (0,2%) no trimestre (mais R$ 904 milhões) e crescimento de 4,1% (mais R$ 15,1 bilhões) no ano.
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