Tesouro Direto: taxas estacionam na semana; confira as recomendações de onde investir
As taxas dos títulos do Tesouro Direto pouco mudaram ao longo desta semana, com leve alta observada nos prefixados.
Em meio a debandada de estrangeiros da bolsa e do câmbio, o fluxo para a renda fixa sustentou as papéis apesar de uma leve piora das expectativas em relação aos juros.
O último índice oficial de inflação, o IPCA de julho, mostrou desaceleramento e trouxe o acumulado de 12 meses para dentro da meta, de até 4,5% ao ano, mas analistas viram uma piora qualitativa, como no ritmo de preços mais aquecido no setor de serviços.
No Termômetro do Copom, é majoritária a expectativa de um corte na taxa básica de juros, a Selic, em setembro.
Em novembro, o mercado já espera que o BC interrompa o ciclo de cortes.
Há 50% de chances de manutenção.
A probabilidade de queda de 0,25 ponto percentual é a mesma de há uma semana atrás, em 34%.
Agora, os 10% de chances de um corte de 0,50 ponto percentual foram para 3% no mesmo período.
Para Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora, os juros futuros continuam refletindo mais o risco fiscal e eleitoral do que o alívio observado na inflação americana ou no petróleo.
Os vencimentos intermediários e longos subiram, enquanto os curtos permaneceram praticamente estáveis diante da expectativa de continuidade do processo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, em setembro.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2050 retorna IPCA + 7,40%, ante IPCA + 7,40% na última sessão.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2040 retorna IPCA + 7,66%, ante IPCA + 7,66% na última sessão.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2032 paga IPCA + 8,12%, ante IPCA + 8,11% na última sessão.
A aplicação no Tesouro Prefixado 2029 paga 14,25%, ante 14,26% na última sessão.
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