"Comparem o que cada um fez", pede Wagner sobre Lula e Flávio Bolsonaro
O senador reeleito Jaques Wagner (PT-BA) defendeu que os eleitores comparem os históricos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes de decidir o voto no segundo turno da eleição presidencial.Em entrevista ao portal A TARDE, na quinta-feira, 8, o petista também destacou a necessidade de ampliar a mobilização nas redes sociais e entre os eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno.Para Wagner, a comparação entre as trajetórias dos candidatos deve considerar as ações realizadas durante suas vidas públicas e as propostas apresentadas para o país.
O senador citou indicadores econômicos, programas habitacionais e políticas de incentivo à produção como pontos que, na avaliação dele, devem entrar no debate eleitoral.
Você não precisa ser apaixonado pelo Lula.
Mas bote os dois na fotografia, no quadro-negro, e compare o que cada um fez Jaques Wagner Economia e programas sociaisAo defender a gestão de Lula, Wagner mencionou o comportamento da inflação, a taxa de desemprego e os investimentos no país.
Também citou o programa "Minha Casa, Minha Vida" e afirmou que o atual governo ampliou a entrega de moradias.Na avaliação do senador, esses resultados devem ser apresentados aos eleitores como parte da comparação entre os governos.
Ele também criticou a trajetória política de Flávio Bolsonaro e questionou quais projetos o senador e candidato à Presidência teria realizado ao longo dos mandatos.
A política tem paixão? Tem.
Agora, tem que ter bom senso Jaques Wagner Abstenção e mobilizaçãoQuestionado sobre como convencer os eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno, o senador defendeu uma campanha baseada na apresentação de propostas e na comparação entre os candidatos, sem recorrer a ataques pessoais.Wagner afirmou acreditar que a mobilização pode contribuir para ampliar a votação de Lula no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Senador Jaques Wagner (PT-BA) - Foto: José Simões / Ag.
A TARDE “Se a gente conseguir despertar essa consciência, sem xingamento, mas mostrar o currículo dos dois, eu não tenho dúvida de que a gente supera os dois milhões que ele teve de frente”, disse, em referência à diferença de votos entre os candidatos no primeiro turno.Relações internacionais e terras rarasO senador também comparou a atuação internacional dos governos Lula e Jair Bolsonaro.
Segundo Wagner, o Brasil recuperou espaço nas relações diplomáticas durante a atual gestão petista.Outro tema citado foi a exploração de terras raras, minerais utilizados em setores de tecnologia.
Wagner defendeu que o país invista no processamento desses recursos em território nacional, em vez de exportar apenas a matéria-prima.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.