William Gomes 'rasgou' o Arouca e serviu a liderança (as notas do FC Porto)
5 Diogo Costa — Jogo praticamente sem história para o camisola 99. Teve pouco trabalho, mas respondeu sem dificuldade a um cabeceamento de Barbero , ainda na primeira parte, e mostrou-se atento aos 79’, saindo da baliza para neutralizar um cruzamento de Pedro Santos . No restante tempo, limitou-se a gerir uma noite de controlo portista.
6 Alberto — Cresceu bastante após o intervalo. Mais intenso, solto e agressivo na projeção ofensiva, ajudou a empurrar o Arouca para zonas cada vez mais baixas. Ainda marcou na sequência de um canto, mas o golo foi anulado por falta sobre Arruabarrena : o árbitro considerou que o lateral tocou nos braços do guarda-redes, impedindo a sua ação. Ficou, porém, a nota de uma segunda parte muito conseguida.
6 Bednarek — Teve um susto perto do intervalo, quando Barbero apareceu nas suas costas e cabeceou à figura de Diogo Costa . Foi o único momento em que pareceu perder a referência do adversário. De resto, exibiu-se num registo de segurança e controlo, num FC Porto que raramente permitiu ao Arouca aproximar-se com perigo.
6 Kiwior — Nova exibição de elevado nível do polaco, que voltou a estar perto de se estrear a marcar pelo FC Porto . Arriscou de longe, num remate frontal que Arruabarrena deixou escapar, mas André Silva encontrava-se em fora de jogo na trajetória da bola e, na leitura do árbitro e do VAR, interferiu na ação do guarda-redes. Segundo golo anulado em jornadas consecutivas para Kiwior , num desafio em que voltou a dar qualidade à saída de bola e solidez à linha defensiva.
5 Zaidu — Teve mais protagonismo ofensivo na primeira parte, procurando aparecer em apoio no corredor esquerdo perante um Arouca muito baixo e compacto. Na segunda metade, com o FC Porto a encontrar mais soluções interiores e a controlar melhor a partida, foi menos vezes chamado ao ataque. Cumpriu defensivamente, sem sobressaltos.
6 Rosario — Num jogo em que alguns poderiam esperar a entrada de Alan Varela , Farioli manteve a confiança no dominicano, e percebe-se a razão. Rosario ocupou bem os espaços e permitiu que Gabri Veiga e Froholdt se libertassem para atacar a área. Não foi exuberante, mas deu robustez à equipa e ajudou a manter o Arouca longe de zonas perigosas.
7 Froholdt — Incansável e influente nas duas fases do jogo. Foi dos que mais procurou mudar o rumo da partida numa primeira parte de domínio portista, mas com pouca eficácia. Aos 44’, atacou um excelente cruzamento de Gabri Veiga, mas cabeceou à figura de Arruabarrena. Já na segunda parte, voltou a ficar perto do golo, desta vez travado pela perna do guarda-redes uruguaio após um passe extraordinário de Gabri . A sua ação no lance do 2-0 foi, contudo, decisiva, ao conduzir e dar continuidade a uma jogada de grande qualidade.
7 Gabri Veiga — Assumiu-se como um dos principais desequilibradores do FC Porto . Aos 30’, numa progressão marcada por ressaltos, tentou surpreender Arruabarrena de longe, obrigando o uruguaio a uma defesa importante. Destacou-se pela capacidade para acelerar o jogo entre linhas e pela qualidade do último passe, embora o aproveitamento coletivo de algumas das suas ações tenha ficado aquém do merecido.
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