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2h. Ormuz. Os detalhes do acordo entre Irão e Omã

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2h. Ormuz. Os detalhes do acordo entre Irão e Omã

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Eu olho às vezes para a vida política nacional e parece que vamos ter eleições nos próximos meses. É tudo num clima de crispação da direita à esquerda, um clima quase de campanha eleitoral. Acho que era importante olhar para estes exemplos, mas não há apenas os exemplos no PSD, há também Mário Soares e outros exemplos. É preciso um pouco de humildade democrática, sentido de responsabilidade, alguns entendimentos políticos, não precisam ser muitos, mas alguns, para o país seguir em frente. O país é mais importante que a circunstância que somos cada um de nós.

O ex-candidato presidencial aproveitou ainda esta ocasião para falar da revisão da Constituição. Marques Mendes considera que não é necessária nem uma prioridade, mas admite que pode ser positiva se for cirúrgica. Ainda antes à chegada à Universidade de Verão do PSD, Luís Marques Mendes falou aos jornalistas, garante que o seu tempo na política chegou ao fim, mas mostra-se disponível para regressar ao comentário político televisivo. Marques Mendes adianta que tem já várias propostas, mas diz não estar com pressa. O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública não garante que Lisboa venha a receber até ao final do ano os 200 agentes pedidos pelo autarca da capital. Luís Carrilho admite que continuam a faltar muitos polícias, não só em Lisboa, mas em todo o país. Em entrevista à Sic Notícias, o diretor nacional da PSP considerou insuficiente o reforço do efetivo policial em Portugal.

Temos feito desde 2024 um grande esforço de aumento do número de polícias na Polícia de Segurança Pública. Insuficiente, em primeiro lugar, para o diretor nacional da Polícia de Segurança Pública, ou melhor, insuficiente, em primeiro lugar, para Portugal. Todos nós queremos mais polícias. Para Lisboa, o grande problema não é o número de polícias que mandamos para Lisboa, é o número de polícias que saem de Lisboa. Nós este ano, com a escola de formação, que acabou em maio, tivemos que, e tomamos essa decisão, as fronteiras são muito importantes, 360 dos polícias foram para os aeroportos. Os outros 190 foram para Lisboa.

Houve aproximação quanto ao governo conseguir nos garantir que as atuais equipas de emergência médica se mantêm quase na totalidade ou salvo raras exceções, disponíveis para socorrer os cidadãos, que é a nossa reivindicação. Também aproximação no caso das ambulâncias SIV, de que se possa eventualmente avançar com projetos-piloto para análise e posteriormente decisão mais tarde. Nós demonstrámos essa flexibilidade também de receber a contraproposta e analisá-la para tomarmos uma decisão futura.

O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, Rui Lázaro, em declarações aos jornalistas na tarde desta quarta-feira, na sede do Ministério da Saúde, em Lisboa. Seguimos com a atualidade internacional. Irão e Omã chegaram a um acordo sobre um corredor temporário para navegação no Estreito de Ormuz, mas o atendimento tem várias condições e não significa que o estreito esteja reaberto.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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