segunda-feira, 24 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Economia

Futuro da BMA passa pela aposta no contencioso “complexo” e de “elevada exigência”

ECO ·
Futuro da BMA passa pela aposta no contencioso “complexo” e de “elevada exigência”

Há 18 anos no mercado de advocacia português, a BMA – Baptista, Monteverde & Associados atravessa agora um desafio que o sócio Paulo Monteverde assume que já não é “novo”: o de garantir que a equipa compreenda e adere “plenamente” à metodologia de trabalho do escritório e assegurar uma “adequada gestão das expectativas dos clientes” relativamente ao tipo de serviço que prestam.

“Um dos nossos maiores desafios continua a ser criar, em toda a equipa, a convicção de que a metodologia deve ser seguida com precisão.

A diferença entre um bom serviço e um serviço verdadeiramente excelente está muitas vezes na capacidade de ter em conta detalhes de forma quase milimétrica ”, assume o sócio.

A equipa da BMA é atualmente composta por cerca de 20 profissionais, aos quais acrescem seis parcerias regulares em matérias técnicas específicas.

“ Esta combinação entre uma equipa interna coesa e uma rede de parceiros técnicos de confiança é particularmente importante nas áreas em que atuamos , onde os temas são muitas vezes complexos, multidisciplinares e exigem uma abordagem muito rigorosa”, revela Paulo Monteverde.

Paulo Monteverde, sócio da BMA Hugo Amaral/ECO Áreas como propriedade industrial, farmacêutica e contencioso civil e criminal foram algumas das apostas do escritório que contribuíram para o seu crescimento ao longo dos anos.

“ A propriedade industrial esteve na génese da BMA e continua a ser uma área absolutamente central na nossa atividade.

Foi a partir daí que construímos grande parte do nosso posicionamento, do nosso reconhecimento internacional e da relação com muitos clientes estrangeiros que continuam a confiar-nos assuntos relevantes em Portugal”, explica à Advocatus .

Sobre a área farmacêutica, Paulo Monteverde sublinha que teve um papel “muito importante” no crescimento da firma pela sua “complexidade técnica, regulamentar e estratégica”.

Por outro lado, o contencioso também foi ganhando autonomia na BMA e, no futuro, o sócio revela que é a principal área que pretendem continuar a apostar, sobretudo o contencioso “complexo” e de “elevada exigência”.

“Todas as empresas podem, um dia, enfrentar “aquele” contencioso, um processo excecional, pela sua complexidade, importância ou impacto, que pretendem confiar a uma sociedade que não é necessariamente a sua sociedade habitual.

Nesses momentos, o critério deixa de ser a rotina da relação e passa a ser a confiança em quem tem a experiência, a força e a especialização necessárias para lidar com situações extremas”, garante o sócio.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›