sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› "Há obrigação legal" de devolver valor pago a mais em pensões por "erro"› 12h TPI: Paulo Rangel fala em papel essencial› Flexibilização dos regimes laborais na Europa foi "prudência política"› Carneiro: "Convicções mais profundas levariam a voto contra OE2027"› OE2027. Carneiro propõe abstenção mas admite que "convicções mais profundas" levariam a voto contra› Irão condenou 106 à morte desde protestos de janeiro. 35 foram executadas› Lucinda Dâmaso pede que "princípios" da UGT sejam preservados› Idosos encontrados amarrados em lar ilegal de Belas continuam a residir no local› Polígrafo. Salários reais subiram 15% desde que a AD tomou posse?› Polígrafo. Podem funcionar em simultâneo quatro Comissões Parlamentares de Inquérito?› "Há obrigação legal" de devolver valor pago a mais em pensões por "erro"› 12h TPI: Paulo Rangel fala em papel essencial› Flexibilização dos regimes laborais na Europa foi "prudência política"› Carneiro: "Convicções mais profundas levariam a voto contra OE2027"› OE2027. Carneiro propõe abstenção mas admite que "convicções mais profundas" levariam a voto contra› Irão condenou 106 à morte desde protestos de janeiro. 35 foram executadas› Lucinda Dâmaso pede que "princípios" da UGT sejam preservados› Idosos encontrados amarrados em lar ilegal de Belas continuam a residir no local› Polígrafo. Salários reais subiram 15% desde que a AD tomou posse?› Polígrafo. Podem funcionar em simultâneo quatro Comissões Parlamentares de Inquérito?
Últimas

Air Atlantis: a Justiça errou. Vai ter coragem de voltar atrás?

SAPO24 ·

Desconcertante.

O Estado exige aos cidadãos o cumprimento da lei, mas tem enorme dificuldade em reconhecer os seus erros.

Com consequências muitas vezes devastadoras.

O problema é ainda mais grave quando o erro é cometido por uma instituição que existe exactamente para garantir que a lei é respeitada: o tribunal.

O Tribunal de Justiça da União Europeia pronunciou-se agora sobre um caso que se arrasta no tribunais desde 1993 — 33 anos, mais de três décadas, mais de uma geração — e que envolve os antigos trabalhadores da Air Atlantis: a companhia foi integrada na TAP e os seus funcionários despedidos.

Aquilo que era um conflito laboral transformou-se numa discussão sobre os limites da responsabilidade do Estado pelos erros dos seus tribunais.

A decisão de 8 de Setembro é arrasadora: o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) diz que há elementos que apontam para que o Supremo Tribunal de Justiça tenha violado de forma grave o direito da União Europeia quando, em 2009, decidiu contra os trabalhadores.

Entre esses elementos estão uma combinação de erros: o Supremo não recorreu ao Tribunal Europeu apesar de estar obrigado a fazê-lo, ignorou o que já tinha sido decidido no Luxemburgo num processo semelhante, criou uma exigência que não existe no Direito da UE, adoptou uma abordagem subjectiva, quando devia ter utilizado critérios objectivos, não fez uma avaliação global dos factos.

Em resumo: o Supremo Tribunal de Justiça decidiu mal.

Errou.

E agora? O normal seria emendar a mão.

É isso que vai acontecer? A ver vamos.

Ao contrário do que vem nas notícias, o Tribunal Europeu não condenou o Estado a pagar uma indemnização aos trabalhadores da Air Atlantis, infelizmente para eles.

O que disse foi que o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 25 de Fevereiro de 2009 violou o direito da União Europeia.

Ler a notícia completa no SAPO24 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em 24.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO24.

Mais de SAPO24

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›