segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Economia

Feira da Golegã já é Património Cultural Imaterial

ECO ·
Feira da Golegã já é Património Cultural Imaterial

As XLIV Feira Nacional do Cavalo e XXI Feira Internacional do Cavalo Lusitano, integradas na Feira de S.

Martinho e promovidas pela Câmara Municipal da Golegã.

PAULO CUNHA/LUSA A Feira da Golegã, uma das mais emblemáticas tradições equestres do país, passou a ser Património Cultural Imaterial, por decisão publicada em Diário da República nesta segunda-feira .

Este é o reconhecimento das raízes históricas do certame que tem agenda marcada para 6 a 13 de novembro, naquela que é conhecida como a “capital do cavalo “.

A inscrição da Feira da Golegã no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial foi tomada por despacho de 2 de outubro do presidente do conselho diretivo do Património Cultural, João Soalheiro, na sequência de uma proposta do Departamento de Bens Culturais daquele instituto público.

Golegã investe 600 mil euros na Feira do Cavalo Ler Mais Este reconhecimento teve em consideração a importância da feira “enquanto símbolo identitário e de pertença da comunidade local , em particular dos grupos ligados ao mundo equestre”, lê-se no diploma publicado esta segunda-feira.

Em causa está ainda a continuidade dos processos sociais e culturais que estão na origem desta tradição.

Com raízes na Feira de São Martinho, que remonta ao século XVI, o certame foi ganhando expressão em torno da criação e comercialização de cavalos.

Ao longo do tempo, a feira incorporou novas práticas equestres, concursos e competições, consolidando a posição da Golegã como uma referência nacional nesta área .

“ Já no século XVIII, e com o apoio dado por Marquês de Pombal , a feira começou a tomar um importante cariz competitivo, realizando-se concursos hípicos e diversas competições de raças”, de acordo com a resenha histórica que consta na página oficial da internet do evento .

Conhecida durante séculos como Feira de São Martinho, o evento passou a chamar-se Feira Nacional do Cavalo em 1972 e tornou-se um dos principais eventos equestres do país, atraindo milhares de visitantes à vila ribatejana.

Por aqui é possível encontrar “os melhores puro-sangue, criados no país”, lê-se na página oficial da iniciativa.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›