quinta-feira, 8 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Governo açoriano já esperava proposta mas quer reforço para continuidade territorial› OE2027: Investimento público previsto em 2,8% do PIB em 2027› Verbas do Fundo para Asilo, Migração e integração aumentam 45%› Investimento público situa-se em 2,8% do PIB em nova fase pós-PRR› Investimento previsto para expansão de redes de metros de Lisboa e Porto é de 174 ME› Apoiados mais 10 projetos em "Arte e Periferias Urbanas" devido a reforço orçamental› Coesão Territorial com "variação negativa" em resultado da calamidade› 20h OE 2027: Oposição critica em uníssono a falta de respostas› Verbas para instalações, equipamentos, viaturas e armas da PSP e GNR aumentam 29%› Governo prevê excedente da Segurança Social acima dos 8.300 ME em 2027› Governo açoriano já esperava proposta mas quer reforço para continuidade territorial› OE2027: Investimento público previsto em 2,8% do PIB em 2027› Verbas do Fundo para Asilo, Migração e integração aumentam 45%› Investimento público situa-se em 2,8% do PIB em nova fase pós-PRR› Investimento previsto para expansão de redes de metros de Lisboa e Porto é de 174 ME› Apoiados mais 10 projetos em "Arte e Periferias Urbanas" devido a reforço orçamental› Coesão Territorial com "variação negativa" em resultado da calamidade› 20h OE 2027: Oposição critica em uníssono a falta de respostas› Verbas para instalações, equipamentos, viaturas e armas da PSP e GNR aumentam 29%› Governo prevê excedente da Segurança Social acima dos 8.300 ME em 2027
Economia

OE2027: Chega diz que Governo apresentou um “mau orçamento” e recusa ser “muleta”

Jornal Económico ·
OE2027: Chega diz que Governo apresentou um “mau orçamento” e recusa ser “muleta”

O presidente do Chega considerou, esta quinta-feira, 8 de outubro, que o Governo apresentou um “mau orçamento, que não responde às necessidades” e disse que o partido “não é muleta” do executivo, apesar de não se comprometer para já com um voto contra.

“Este é um mau orçamento, é um orçamento que não responde por isso às necessidades que as pessoas têm e às grandes crises que estão a passar”, afirmou André Ventura em declarações aos jornalistas na Assembleia da República após a apresentação da proposta do Governo de Orçamento do Estado para o próximo ano.

O deputado considerou que o Orçamento do Estado para o próximo ano “vai traduzir-se para os portugueses num brutal aumento do custo de vida”.

Questionado sobre o sentido de voto, o líder do Chega remeteu o anúncio para mais tarde, mas salientou que o seu partido “não é muleta do Governo, nem quer ser”.

“A nossa função é liderar a oposição responsavelmente, por isso esse anúncio será feito a seu tempo, mas acho que fica claro por esta análise que é um mau orçamento”, afirmou.

André Ventura disse que também vai esperar para ver “o que é que o Governo está disposto a mudar”.

O presidente do Chega antecipou que o partido irá apresentar “muitas propostas de alteração” e indicou que vai insistir em matérias como a isenção de portagens, a descida do IVA dos combustíveis ou a isenção deste imposto para um conjunto de bens alimentares essenciais.

“Nós podemos ter propostas contidas quando temos um bom orçamento, quando temos um mau orçamento nós temos que ter propostas arrojadas que cheguem pelo menos ao bolso das pessoas”, indicou.

“Se temos esperança aqui que outros partidos aceitem? Temos.

E, portanto, isto não se chama uma coligação negativa, isto é bom senso, seja ele de que categorização política for”, defendeu.

André Ventura considerou igualmente que este «é um orçamento que por culpa e responsabilidade do Partido Socialista não só não tem nenhuma história, como deixou os portugueses verdadeiramente na mão, fruto de uma abstenção, de uma viabilização anunciada sem qualquer negociação de medidas orçamentais que podiam ajudar num momento em que as pessoas estão a passar tão mal e que a economia está a transformar a vida da maior parte das pessoas num verdadeiro inferno».

O líder do Chega apontou vários “falhanços” à proposta, desde logo a ausência de mais “medidas fiscais de apoio à habitação”.

“O Governo tinha aqui dois caminhos possíveis.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Este assunto em outros veículos

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›