terça-feira, 13 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Sporting de Braga em Copenhaga para a Liga Conferência› BE diz que MAI é "novela permanente de casos" e pede esclarecimentos› Vasco Cordeiro recusa aposta na competitividade na UE à custa da coesão› Homem executado no Irão por homicídio de polícia de trânsito› Arcebispo de Braga diz que paz começa na atitude individual› Montenegrino e albanês arbitram jogos de Benfica e Torreense na Liga Europa› Benfica e Torreense em busca da segunda vitória na Liga Europa› "Tentativa de saneamento político". Ricardo Carrilho denuncia que Luís Neves o proibia de enviar e-mails› SADC: É preciso gestão antecipada dos riscos climáticos na África austral› Carrilho acusa M"Proibiu-me de mandar e-mails. Não quer nada por escrito"› Sporting de Braga em Copenhaga para a Liga Conferência› BE diz que MAI é "novela permanente de casos" e pede esclarecimentos› Vasco Cordeiro recusa aposta na competitividade na UE à custa da coesão› Homem executado no Irão por homicídio de polícia de trânsito› Arcebispo de Braga diz que paz começa na atitude individual› Montenegrino e albanês arbitram jogos de Benfica e Torreense na Liga Europa› Benfica e Torreense em busca da segunda vitória na Liga Europa› "Tentativa de saneamento político". Ricardo Carrilho denuncia que Luís Neves o proibia de enviar e-mails› SADC: É preciso gestão antecipada dos riscos climáticos na África austral› Carrilho acusa M"Proibiu-me de mandar e-mails. Não quer nada por escrito"
Economia

Aguiar-Branco rejeita conflito de interesses de Ventura a presidir ao inquérito sobre Luís Neves

ECO ·
Aguiar-Branco rejeita conflito de interesses de Ventura a presidir ao inquérito sobre Luís Neves

O presidente da Assembleia da República considera que os elementos invocados pelo Livre não demonstram conflito de interesses que obste ao líder do Chega, André Ventura, presidir à comissão de inquérito sobre o ministro Luís Neves.

“Luís Neves pressionou-me para cometer ilegalidades” Ler Mais Esta posição consta de um despacho de José Pedro Aguiar-Branco ao qual a agência Lusa teve acesso esta terça-feira e em que também se determina “o prosseguimento dos procedimentos relativos à posse da comissão eventual de inquérito parlamentar para avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor Nacional da PJ entre 2018–2026”, posse prevista para esta quarta-feira.

Na quinta-feira, o Livre fez um pedido de apreciação formal para apurar se existia um conflito de interesses que impedisse André Ventura de integrar ou presidir à comissão de inquérito parlamentar para avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ.

O Livre alegou que André Ventura se terá constituído assistente num processo criminal relativo ao alegado assalto ao seu próprio gabinete parlamentar, ocorrido em 28 de julho passado.

Um assalto em que terão desaparecido documentos e dispositivos de armazenamento de informação, entre os quais, “segundo declarações públicas atribuídas ao próprio deputado André Ventura, documentação relacionada com a comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves”.

O Livre considerou ainda que a qualidade de assistente naquele processo criminal confere a André Ventura “um interesse pessoal e processual diretamente relacionado com o objeto do inquérito parlamentar, suscetível de configurar um conflito de interesses” .

Porém, para o presidente da Assembleia da República, os elementos apresentados pelo Livre “não demonstram a existência de um conflito de interesses que obste à integração do deputado André Ventura na comissão parlamentar de inquérito ou ao exercício da respetiva presidência, caso seja indicado” pelo Chega.

No despacho do presidente da Assembleia da República, salienta-se que a apreciação da existência de eventuais conflitos de interesses “ deve ter por referência o objeto concreto do inquérito, tal como juridicamente delimitado, não podendo assentar em relações meramente circunstanciais com a comissão ou com a iniciativa parlamentar que lhe deu origem”.

Ou seja, o objeto da comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves encontra-se circunscrito, “não abrangendo a investigação do alegado assalto ao gabinete do deputado André Ventura, nem das circunstâncias do desaparecimento de documentos que aí se encontrariam, ainda que relacionados com a iniciativa parlamentar”, refere José Pedro Aguiar-Branco.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Este assunto em outros veículos

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›