segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Economia

Hack the city: 48 horas para repensar a mobilidade nas cidades

ECO ·
Hack the city: 48 horas para repensar a mobilidade nas cidades

Dois ou três autocarros da mesma linha chegam, ou partem, praticamente ao mesmo tempo, após uma longa espera.

Uma bicicleta partilhada é abandonada fora do local onde deveria estar.

Ou o autocarro passa tão atrasado, ou tão adiantado, que o horário deixa de ser uma referência para o passageiro que se encontra na paragem.

Estas são situações comuns nas cidades e foram alguns dos problemas que desafiaram os participantes do hackaton Hack the City 2026.

Durante 48 horas, sete equipas de estudantes da NOVA Information Management School (IMS), de diferentes nacionalidades e áreas de formação, reuniram-se com uma missão: reinventar a mobilidade urbana a partir de problemas reais .

Recorrendo a dados e a tecnologia, a ideia era encontrar soluções que pudessem ser aplicadas no terreno.

O hackaton decorreu em paralelo à conferência Mobility & Digital Twins , que aconteceu em Lisboa, a 24 e 25 de setembro, na NOVA IMS (Universidade Nova de Lisboa), organizada pelo Nova Cidade Urban Analytics Lab conjuntamente com a TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa e a rede europeia POLIS A proposta ia além de imaginar o que poderia ser feito.

C ada equipa tinha de chegar ao final da maratona de inovação com um protótipo funcional ou uma prova de conceito capaz de mostrar como funcionaria na prática .

A intenção era encontrar ferramentas que ajudassem municípios, autoridades e operadores a tomar melhores decisões e a melhorar o funcionamento dos sistemas.

Segundo Maria Albuquerque, do NOVA Cidade Urban Analytics Lab, o que se pretendia neste hackathon era “concentrar especificamente nas necessidades das empresas que gerem o sistema de transportes.

Naturalmente, a consequência deverá ser uma melhoria da experiência do utilizador, que é o objetivo final”.

A organização do ‘Hack the City 2026’ previa a possibilidade de a equipa vencedora continuar a desenvolver a solução diretamente com a entidade associada ao desafio Depois de um primeiro pitch de três minutos e de dois minutos de perguntas do júri, das sete equipas que chegaram à fase de apresentação três passaram à final: CityMaxxing, MOBI4U e Optoiders.

O júri contou com a participação dos vários data partners, nomeadamente a TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, a Autoridade de Transportes de Cascais, a Carris, a CP – Comboios de Portugal, a Transtejo Soflusa, o Metro de Lisboa, a EMEL e a Parques Tejo.

Quando os autocarros começam a andar aos pares O primeiro lugar foi para a City Maxxing, cujo projeto, Route Maxxing, nasceu de uma situação que os próprios elementos da equipa começaram por observar em Lisboa.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›