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Economia

Takhi, o cavalo selvagem que virou símbolo de restauração na Mongólia

Jornal Económico ·
Takhi, o cavalo selvagem que virou símbolo de restauração na Mongólia

O cavalo é um dos principais símbolos do país.

Pode ser visto em roupas, peluches, pintado em muros e ilustrando marcas comerciais.

Trazê-lo de volta ao território é devolver uma fonte de orgulho nacional, diz o diretor do parque, Dashpurev Tserendeleg.

“Takhi significa respeito e adoração.

Fala do espírito livre e da resistência.

São cavalos, animais muito especiais para os mongóis”, disse Tserendeleg à Agência Brasil.

Conhecido internacionalmente como cavalo-de-Przewalski, o animal recebeu este nome depois de o explorador russo Nikolai Przhevalsky enviar espécimes encontrados na Ásia Central para cientistas europeus, no final do século XIX.

O takhi é considerado o único cavalo verdadeiramente selvagem que sobrevive até hoje.

Outros animais chamados de cavalos selvagens são, na realidade, descendentes de cavalos domesticados que voltaram a viver livres na natureza.

Geneticamente, o takhi também se diferencia do cavalo doméstico: tem 66 cromossomas, contra 64 dos animais domesticados.

É um pouco mais pequeno, tem o focinho mais claro e uma cauda menos espessa.

Da captura à extinção A descoberta do animal pelos europeus despertou rapidamente o interesse de colecionadores e de jardins zoológicos.

Entre 1897 e 1903, expedições capturaram 88 cavalos na Mongólia.

Apenas 54 chegaram vivos ao destino e somente 12 deixaram descendentes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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