quinta-feira, 17 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Messi marca 100º gol, Inter Miami vence Cruz Azul e conquista título pela 1ª vez Veja os gols dos jogos de Palmeiras, Corinthians, Grêmio e Vasco 'Questão do Neymar serviu muito de combustível pro Galo', diz Flávio Latif Jovic inicia bem a defesa do título, Kostyuk avança com desistência Diniz diz que Memphis se sente 'pior pessoa do mundo' e lamenta: 'Igual quando morre alguém' Casagrande: 'Palmeiras tem personalidade, ganha mesmo quando joga mal' Memphis é principal alvo da torcida após perder pênalti em queda do Corinthians na Libertadores Diniz vê 'muita coragem' em Memphis após pênalti perdido: 'Perdemos todos' 'Carlos Miguel salvou uma catástrofe no Palmeiras', diz Flávio Latif 'Time do Diniz não joga nada, ele escala e não acontece nada', diz Casão Messi marca 100º gol, Inter Miami vence Cruz Azul e conquista título pela 1ª vez Veja os gols dos jogos de Palmeiras, Corinthians, Grêmio e Vasco 'Questão do Neymar serviu muito de combustível pro Galo', diz Flávio Latif Jovic inicia bem a defesa do título, Kostyuk avança com desistência Diniz diz que Memphis se sente 'pior pessoa do mundo' e lamenta: 'Igual quando morre alguém' Casagrande: 'Palmeiras tem personalidade, ganha mesmo quando joga mal' Memphis é principal alvo da torcida após perder pênalti em queda do Corinthians na Libertadores Diniz vê 'muita coragem' em Memphis após pênalti perdido: 'Perdemos todos' 'Carlos Miguel salvou uma catástrofe no Palmeiras', diz Flávio Latif 'Time do Diniz não joga nada, ele escala e não acontece nada', diz Casão
Economia

Juros dos EUA sobem pela 1ª vez em três anos

Valor Investe ·
Juros dos EUA sobem pela 1ª vez em três anos

O banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve, o Fed) aumentou seus juros em 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira (16).

A alta da taxa básica para a faixa entre 3,75% e 4,00% ao ano foi a primeira desde julho de 2023.

Não é de hoje que a autoridade monetária está temerosa com o ritmo dos preços na maior das economias.

Bastou Donald Trump reassumir a presidência dos Estados Unidos, em janeiro de 2025, para ser abortado o ciclo de cortes então em curso.

Motivo? As incertezas de viés inflacionário geradas por seu plano de governo.

E ele, de fato, cumpriu posteriormente promessas como barreiras tarifárias, que encarecem produtos importados; e fechou as portas para imigrantes, diminuindo o número de trabalhadores disponíveis e acirrando, consequentemente, o ritmo dos salários.

Já neste ano, tivemos a escalada do petróleo sob ataques americanos no Oriente Médio.

Além disso, vão se agravando as perspectivas fiscais, deterioradas adicionalmente pelos gastos de guerra já feitos e aqueles, aparentemente, fadados a serem praticados até o fim de seu governo.

Assim sendo, nada dos cortes de juros desejados por Trump.

Sob esse pretexto, por sinal, foram vários os ataques verbais dele contra o ex-presidente do Fed, Jerome Powell.

Curiosamente, o escolhido de Trump para comandar o Fed, Kevin Warsh, assumiu em maio prometendo fazer de um tudo para colocar a inflação americana na meta de 2% ao ano - o que não acontece já faz cinco anos, alega o economista.

Dito e feito.

Diante de uma inflação rodando hoje nos 3,4% ao ano e prometendo subir mais, juros para cima.

Foi uma demonstração de independência em relação a Trump, cujas decisões de política econômica têm ido na direção contrária da pressão retórica por cortes de juros.

Ler a notícia completa no Valor Investe ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.

Este assunto em outros veículos

Mais de Valor Investe

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›