A conta de luz está pesando no bolso? Condomínios podem aliviar gastos com energia; veja como economizar
Segundo CEO da Kompass, companhia especializada na instalação e financiamento de soluções de energia renovável para condomínios, a economia na conta de luz pode chegar a 30%
A conta de luz do brasileiro está mais cara — e não há previsão para uma reversão desse cenário. Para quem mora em prédios , os gastos com energia representam uma das maiores despesas dos condomínios .
Mas há uma série de medidas que podem reduzir a conta de luz, que vão desde a conscientização dos moradores até investimentos em geração de energia própria e sistemas de backup .
A conta de luz representa um gasto significativo para o condomínio, sendo a quarta maior despesa, perdendo apenas para custos com funcionários, segurança e consumo de água.
Para entender as opções e os cuidados necessários na hora de contratar os serviços, o Seu Dinheiro conversou com Omar Branquinho, diretor de Produtos para Moradia da Superlógica ; Thiago Dutra, CEO da Kompass , plataforma de soluções energéticas voltada para condomínios; e Dr. Rodrigo Karpat, presidente da Comissão de Direito Condominial da Ordem de Advogados do Brasil .
Embora geralmente tenha um efeito baixo, Branquinho indica que os condomínios devem começar pela conscientização e orientação dos moradores e funcionários sobre o consumo de energia nas áreas comuns.
Em seguida, é hora de olhar os equipamentos, como bombas de caixa d'água, aparelhos de ar-condicionado e até as lâmpadas. Durante a verificação, é recomendado que os aparelhos antigos e menos otimizados sejam substituídos.
“É necessário monitorar esses equipamentos mais antigos, que geralmente consomem bastante energia, como aquele ar-condicionado de 20 anos que não funciona direito e gasta muito para refrigerar o ambiente”, afirmou o executivo da Superlógica.
No caso da iluminação, investimentos em lâmpadas LED ajudam a economizar na conta também.
Esses passos costumam ser bem conhecidos. Porém, os condomínios podem ir além.
Para economizar ainda mais em uma conta de luz futura, é possível contratar um fornecedor especializado em geração distribuída ou até realizar uma instalação própria de energia, como placas solares e banco de baterias.
A questão é que há uma série de exigências necessárias para que o condomínio possa implementar esses métodos, que passam pela aprovação legal e a avaliação da infraestrutura do imóvel.
O processo começa por uma avaliação preliminar de uma empresa especializada para ver se o projeto é viável. Em seguida, um projeto técnico é elaborado, acompanhado de uma avaliação estrutural da cobertura e um estudo de viabilidade elétrica.
A análise da região de instalação é essencial nesta etapa, já que a variação de tarifas de energia afeta o cálculo do retorno do investimento. Ainda que os custos para a instalação sejam altos, os condomínios começam a ver os retornos a partir de 18 meses da contratação, segundo Branquinho.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.