“2030 já começou”: Tarcísio, Nikolas e Renan já jogam a próxima eleição, diz analista
A campanha presidencial de 2026 começa oficialmente neste domingo (16), mas parte da classe política já faz contas para a eleição seguinte.
Tarcísio de Freitas (Republicanos), Nikolas Ferreira (PL) e Renan Santos (Missão) estão entre os nomes que podem sair da atual disputa posicionados para a corrida ao Palácio do Planalto daqui a quatro anos.
A avaliação é do cientista político e professor do Insper Carlos Melo.
No Mapa de Risco, programa de política do InfoMoney , ele afirmou que os movimentos de algumas das principais lideranças da direita precisam ser interpretados não apenas pelo efeito que terão sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) neste ano, mas também pelo espaço que poderá se abrir em 2030.
Quem é Renan Santos: fundador do MBL tenta transformar movimento em projeto presidencial “2030 já começou.
Então, a racionalidade desses atores passa por 2026, mas ela está em 2030.
O que a gente pode ter são interesses contraditórios em relação ao longo prazo, e muita gente fazendo de conta que está apoiando o candidato A, B, C ou D, mas, na verdade, está torcendo para o candidato perder para que você tenha pista livre daqui a quatro anos”, afirmou Melo.
A lógica é particularmente relevante dentro da direita.
Uma vitória de Flávio neste ano poderia mantê-lo no Palácio do Planalto até 2034, caso buscasse e conquistasse a reeleição.
Uma derrota, por outro lado, abriria imediatamente a discussão sobre quem comandará o campo conservador na próxima disputa presidencial.
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O governador de São Paulo optou pela reeleição estadual em 2026, depois de passar meses sendo tratado por setores da direita e do mercado como uma possível alternativa presidencial.
“Eu não consigo ver, por exemplo, o governador Tarcísio em 2030 não sendo candidato à Presidência da República”, disse o cientista político.
Nikolas também entra na conta Outro personagem que começa a aparecer nesse cálculo é Nikolas Ferreira.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.