Missão humanitária leva atendimento odontológico a Território Indígena do Xingu em MT
Missão humanitária da ONG Por1Sorriso esteve no Território Indígena do Xingu (MT) em 2025 Cerca de 170 indígenas das etnias Ikpeng e Kaiabi receberão atendimento odontológico especializado e gratuito na Aldeia Ilha Grande, no Território Indígena do Xingu (MT), durante uma missão humanitária da ONG Por1Sorriso.
A ação será realizada Querência, a 912 km de Cuiabá, a partir desta segunda-feira (17).
A organização montará uma estrutura completa de consultórios odontológicos temporários na Aldeia Ilha Grande.
A ação reúne procedimentos especializados e atividades preventivas e educativas de saúde bucal, com foco na continuidade do atendimento e no respeito às comunidades locais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Os atendimentos seguem até o dia 22 de agosto e serão destinados exclusivamente a indígenas previamente selecionados e encaminhados pelo Distrito Sanitário Especial Indígena Xingu (DSEI Xingu) e pelas lideranças indígenas.
Os pacientes são provenientes de diversas aldeias do Médio e Baixo Xingu, incluindo comunidades atendidas pelos Polos Base Pavuru e Diauarum.
Com uma equipe de cerca de 40 voluntários, a ONG contará com suporte do DSEI Xingu e apoio da Embaixada da Nova Zelândia para a realização da iniciativa.
ONG vai pela terceira vez ao Xingu Dentistas e voluntários da ONG Por1Sorriso realizam atendimento odontológico humanizado em comunidade indígena de Mato Grosso ONG Por1Sorriso/Divulgação A missão deste ano marca a terceira atuação da ONG Por1Sorriso no Território Indígena do Xingu.
As ações anteriores ocorreram em 2018 e 2025, ambas no Território Indígena Wawi.
Em 2026, a organização mudou o local da missão para a Aldeia Ilha Grande, no Polo Pavuru.
A diretora de ações da ONG Por1Sorriso, Juliana Fanaro, destacou a importância de levar os procedimentos para dentro do território.
“Quando a gente entra no território e monta toda essa estrutura, a gente consegue fazer tratamentos em uma semana que eles levariam muitos meses para conseguir fazer, e muitas vezes eles não conseguem nem retornar, justamente pela dificuldade de acesso", declarou.
Ela explicou que a mudança de localidade neste ano também busca ampliar o alcance da missão.
“Escolhemos este ano a Ilha Grande porque é um polo mais centralizado.
Então, pessoas de outras comunidades conseguem ter acesso ao local e também serem atendidas.
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