Bancários de cerca de 30 agências da Capital param em protesto por reajuste
Quem precisar de atendimento presencial dos bancos de Campo Grande nesta quinta-feira (20), pode se frustrar.
É que cerca de mil bancários das agências da Capital aderiram à paralisação nacional de 24 horas por melhores salários e fim das demissões em massa, entre outras reivindicações que estão deixando a categoria insatisfeita há anos.
Na agência do Banco do Brasil da Avenida Afonso Pena, esquina com a Rua 13 de Maio, por exemplo, apenas os caixas de autoatendimento estão disponíveis.
Cerca de 15 funcionários estão de braços cruzados participando da mobilização.
Presidente do SEEBCG-MS (Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Campo Grande-MS e Região), Neide Rodrigues explica que a Capital tem cerca de 2,5 mil bancários e que a base salarial da categoria é de R$ 2,5 mil.
O que o movimento nacional pretende é elevar esse valor para R$ 7,8 mil, próximo do patamar do salário mínimo ideal calculado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Ainda de acordo com a sindicalista, a paralisação sinaliza que os bancários rejeitam uma proposta feita pelos bancos de reajustar os salários em 5%, acrescido de um índice que varia conforme o que eles já recebem: quem ganha mais receberia um menor reajuste, quem ganha menos, teria mais.
A proposta de aumento diferenciado também valeria para o vale-alimentação e vale-refeição, mas em relação às regiões.
Bancários de determinada parte do País receberiam um valor maior, e outra, menor.
"É pouco em relação ao banco de lucro de bilhões.
A proposta deles era de fazer um reajuste escalonado.
Quem ganha mais receberia menos, um índice menor.
Quem ganha menos teria um índice maior.
Mas também não apontaram para nós qual seria esse índice.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.