Pescadores salvam sucuri-amarela presa em anzol em rio do Pantanal: 'Situação delicada'
Sucuri-amarela fica presa em anzol e é salva por pescadores no Pantanal de MS Uma sucuri-amarela foi resgatada por pescadores após ficar presa em um anzol de galho nas margens do Rio Aquidauana, em Mato Grosso do Sul.
O registro da ação foi feito pelo pescador Alex Chueriy, que segurou o animal para fazer a libertação sem causar novos ferimentos.
O grupo notou a presença da serpente presa à estrutura de pesca instalada no local e decidiu intervir imediatamente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp "Uma situação delicada que poderia ter terminado muito mal para o animal.
Com cuidado e respeito, conseguimos ajudar a cobra e devolvê-la à natureza", disse Alex.
Em vídeo gravado no momento do resgate, o pescador segura a sucuri com cuidado para avaliar a remoção do gancho.
Ao constatar que o anzol já havia sido engolido, ele optou por cortar a linha em vez de forçar a retirada do metal, estratégia recomendada para evitar lesões graves aos órgãos internos do réptil.
Após o corte da linha, a sucuri-amarela foi devolvida ao rio.
Alex reforçou a importância da preservação ambiental e da conduta consciente por parte dos frequentadores da região.
"Esse tipo de encontro serve como um lembrete de que, no rio, estamos dividindo o espaço com a natureza e precisamos sempre agir com responsabilidade e respeito à vida", declarou.
Sucuri-amarela presa em anzol é salva por pescadores Alex Chueriy Sucuri-amarela no Pantanal A sucuri-amarela é uma das maiores serpentes encontradas no Brasil e pode ser observada em áreas alagadas, rios, corixos e outros ambientes associados à água.
Apesar do tamanho impressionante, a espécie não costuma representar uma ameaça aos seres humanos.
As sucuris são predadoras e se alimentam de diferentes animais, incluindo peixes, aves, mamíferos e répteis.
O inchaço observado no corpo da serpente é compatível com a ingestão recente de uma presa.
Como o animal não foi examinado e não houve registro do momento da alimentação, não é possível determinar o que ela havia comido.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.