Taxas dos DIs fecham em alta com IPCA, ata do Copom e pesquisa eleitoral
As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam a terça-feira (11) em alta, com os investidores reagindo aos dados de inflação do IPCA, que ficou acima do esperado, e digerindo a ata da última reunião do Copom e números de uma nova pesquisa eleitoral sobre a disputa para a Presidência.
Na ata do Copom, o Banco Central fez alertas sobre eventual disseminação de efeitos indiretos de choques relacionados aos preços do petróleo e a efeitos climáticos, o que demandaria “reação firme” da política monetária, demonstrando também preocupação com uma inflação pressionada pela demanda em meio a medidas de estímulo adotadas pelo governo.
Pouco depois, o IBGE informou que o IPCA teve variação positiva de 0,07% em julho, contra expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,03% . Em 12 meses, o índice passou a acumular alta de 4,44%, ficando abaixo do teto da meta.
Já a pesquisa CNT/MDA mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue à frente na disputa pela presidência da República , com 48% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que soma 39,1%.
No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,905%, em alta de 8 pontos-base ante o ajuste de 13,825% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 14,530%, com alta de 2,4 pontos-base ante o ajuste de 14,506%.
No exterior, às 16h30, o rendimento do Treasury de dez anos – referência global para decisões de investimento – tinha variação de -0,26% (queda de 1,2 ponto-base), a 4,691%, ante 4,704% no pregão anterior.
Esta gigante de tecnologia caiu após o resultado… e agora está barata demais; vale comprar?
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.