Fiat quer Argo X na liderança e revela estratégia contra chinesas
A Fiat vê no Argo X 2027 uma peça importante para ampliar sua presença no mercado brasileiro e manter a liderança em um segmento que passa por mudanças com a chegada de novos concorrentes, inclusive de marcas chinesas.
Mais que isso, marca italiana revelou um desejo arrojado: pretende fazer do Fiat Argo X o hatch mais vendido do Brasil, superando o Volkswagen Polo.
A declaração é do presidente da Stellantis na América do Sul, Herlander Zola.
O executivo afirmou que a expectativa é colocar o novo hatch entre os principais protagonistas da categoria e trabalhar para que ele dispute a liderança.
“Não tenho dúvida de que o Argo X vai ser, assim como os seus antecessores, um hatchback de muito sucesso e que t em tudo para liderar o segmento a qui no Brasil”, afirmou Zola.
Hyundai i20 Comfort: conheça a versão básica que custa R$ 99 mil Os carros mais vendidos por estado no mês de julho; veja ranking GWM Tank 300 Flex: como anda o utilitário que vai ganhar série especial A declaração foi em entrevista à CNN Brasil durante cerimônia de homenagem à Fiat pelos 50 anos de Brasil na ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais) , em Belo Horizonte.
A honraria foi solicitada pelo presidente da Casa, deputado Tadeu Leite (MDB), e aprovada por unanimidade pelos demais parlamentares.
Além de Zola e outros executivos da Stellantis, empresa dona da Fiat, também compareceu o cônsul-geral da Itália em Belo Horizonte, Pietro Tombaccini.
Durante discurso, a empresa reiterou investimento de R$ 14 bilhões em Minas Gerais até 2030 , dentro de um ciclo que contempla novos produtos, tecnologias e desenvolvimento industrial.
Segundo Zola, a estratégia inclui o lançamento de “um carro por ano até 2030”, começando justamente pelo Argo X.
Ou seja, do novo hatch, surgirão novas gerações de carros como Pulse, Fastback, Strada e um futuro SUV de 7 lugares.
Fiat revelou na Itália as primeiras imagens de uma nova geração global de SUVs: modelos vão ser produzidos em Minas. • Divulgação/Stellantis Essa estratégia também faz parte da ofensiva da marca contra o avanço das marcas chinesas no mercado brasileiro, Zola indicou que a estratégia não será baseada apenas em preço.
Segundo ele, a empresa pretende identificar o que mudou nas necessidades dos consumidores e utilizar tecnologia e parcerias para manter seus produtos competitivos.
“ A gente faz isso, obviamente, tentando identificar o que faz diferença para o consumidor brasileiro e trabalhando para que a gente tenha tecnologias competitivas .
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