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Estelionato e ameaça: as acusações contra advogada da Justiça fantasma

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Estelionato e ameaça: as acusações contra advogada da Justiça fantasma

Acusada recentemente pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de criar uma espécie de “Justiça fantasma” , a advogada Gessyka Domenique Messias Araújo de Pietro (foto em destaque) , 32 anos, responde por mais de 10 processos, além de ter uma condenação por golpe.

Algumas das acusações feitas contra a advogada envolve estelionato, ameaça e falsificação de documentos.

As ações judiciais foram movidas por ex-clientes da advogada, que pedem indenizações por danos morais e materiais em razão de serviços advocatícios que teriam sido contratados, mas não foram prestados, dentre outras irregularidades.

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1 de 5 Gessyka é acusada pelos ex-clientes de reter dinheiro das vítimas sem entrar com devidas ações nas Justiça Reprodução 2 de 5 Ex-clientes processaram a advogada pedindo indenização por danos morais e materiais Reprodução 3 de 5 Advogada possui inscrição na OAB-DF Reprodução 4 de 5 Ex-clientes levaram casos para a Polícia Civil do DF e Justiça do DF Reprodução 5 de 5 No Instagram, ela reunia mais de 11 mil seguidores Reprodução Em fevereiro, o Metrópoles revelou que três vítimas procuraram a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para denunciar a advogada por estelionato .

Uma das denunciantes é uma moradora de Samambaia (DF) que relatou uma retenção indevida de valores por parte da advogada, após vencer uma indenização trabalhista contra seu ex-empregador.

De acordo com as informações que constam no processo, a advogada teria deixado de repassar mais de R$ 20 mil pertencentes à cliente , interrompido as comunicações e, supostamente, utilizado uma procuração com assinatura falsa da mulher para obter os valores.

Em outra denúncia, uma ex-cliente afirmou ter contratado a advogada para entrar na Justiça, pois havia sido reprovada na avaliação biopsicossocial de um concurso para a Secretaria de Educação do DF, mesmo possuindo escoliose, o que poderia classificá-la como uma candidata às vagas PCD.

A ex-cliente pagou R$ 2,3 mil em honorários e enviou toda a documentação solicitada.

A advogada afirmou que a ação já havia sido protocolada .

No entanto, após a análise dos papéis enviados pela advogada, a denunciante constatou que não havia nenhuma ação ajuizada em seu nome e que os documentos entregues pela profissional eram, na verdade, adulterados.

Falso inventário Uma cliente contratou Gessyka para transferir três veículos de seu falecido pai e pagou R$ 800.

A advogada não ajuizou a ação e, para encobrir a fraude, inventou decisões favoráveis e forneceu um número de processo inexistente.

Golpes contra a mesma cliente A vítima dos golpes voltou a contratar a profissional para lidar com problemas de cupins e vícios construtivos em seu imóvel financiado.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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