A herança desigual, as ameaças ao Irã e eleições presidenciais 2026: o que move os mercados hoje
Não importa o quão saudável seja uma família, a divisão de uma herança pode criar rusgas, desavenças e mágoas que podem perdurar pelo restante da vida.
Fazer um inventário após a morte de um parente já não é uma tarefa fácil.
Há um alto custo com impostos e cartórios, imóveis ou contas irregulares e muitos documentos para serem preenchidos.
E, em muitos casos, a discussão entre herdeiros atrasa ainda mais o processo.
Um debate sobre o valor adequado para a venda de um imóvel, por exemplo, pode deixar a casa desocupada e sem manutenção por anos, reduzindo o valor que seria distribuído.
Já em outros casos, há um entendimento de que alguns não deveriam receber o mesmo valor que outros.
A venda e divisão de um imóvel em que um dos herdeiros mora, por exemplo, pode deixá-lo desabrigado por um tempo.
E, para um irmão que cuidou dos pais até o fim da vida, quando os outros mal ajudaram, uma divisão igual não parece muito justa.
Agora, pelo menos, há um entendimento que nem sempre a divisão dos quinhões precisa ser igual, segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Mas isso não vale para todos os casos — e ainda é preciso que os herdeiros cheguem a um acordo.
A repórter Monique Lima conversou com diversos advogados e explica cada detalhe nesta matéria aqui .
Esquenta dos mercados Os investidores começam a semana segurando o fôlego por conta do conflito no Oriente Médio.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, prometeu uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (24) para abordar a nova pressão econômica contra o Irã.
Na quinta-feira passada, Bessent afirmou que o governo norte-americano aplicaria as piores sanções da história à Teerã, ameaça que já foi feita no passado por Donald Trump.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.