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Pais trocam fotógrafo escolar pelo ChatGPT, mas economia cobra em privacidade

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Pais trocam fotógrafo escolar pelo ChatGPT, mas economia cobra em privacidade

Pais estão usando o ChatGPT para criar fotografias escolares dos filhos e economizar com os serviços de fotógrafos profissionais.

A prática viralizou nas redes sociais, especialmente no TikTok, mas também levantou preocupações sobre a privacidade das crianças e o uso de suas imagens por ferramentas de inteligência artificial (IA).

Segundo uma reportagem da Fast Company, repercutida pelo Futurism na última terça-feira (6), famílias nos Estados Unidos estão recorrendo à tecnologia para substituir os tradicionais retratos feitos pelas escolas.

De acordo com estimativas da empresa de fotografia Capturely, os pacotes escolares custam, em média, entre US$ 25 e US$ 60 (cerca de R$ 130 a R$ 310), enquanto fotografias individuais podem chegar a US$ 125 (aproximadamente R$ 650).

Como os pais estão usando o ChatGPT? Um dos casos que ganhou repercussão foi o da influenciadora Carlie Bond, que publicou um vídeo mostrando como utilizou o ChatGPT para produzir as fotografias escolares de seus três filhos.

Primeiro, ela fotografou as crianças com o celular, posicionando-as diante de uma parede lisa.

Depois, enviou as imagens ao chatbot e pediu que ele mantivesse as características originais, mas transformasse os registros em retratos escolares.

A inteligência artificial adicionou um fundo em degradê, semelhante aos utilizados por empresas especializadas nesse tipo de fotografia.

Nos comentários, outros pais elogiaram a alternativa, principalmente pelo custo dos pacotes profissionais.

Um usuário afirmou que gastaria quase US$ 170 (cerca de R$ 880) para adquirir os arquivos digitais das fotografias de seus quatro filhos.

A prática, porém, também recebeu críticas.

Algumas pessoas relataram que o ChatGPT altera características físicas durante a edição, mesmo quando recebe instruções para preservar a aparência original.

Além disso, outras famílias estão utilizando a tecnologia para remover marcas d'água das prévias disponibilizadas por fotógrafos profissionais, evitando o pagamento pelas versões definitivas.

Essa segunda prática também pode representar uma violação de direitos autorais, já que as fotografias continuam protegidas mesmo quando são disponibilizadas para visualização.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.

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