A Campanha Presidencial já começou e a estratégia é essa!!!!!!!!!!!!!!
No domingo, 16 de agosto de 2026, o Brasil apertou o “play”.
Foi o primeiro dia em que o calendário do TSE liberou propaganda eleitoral nas ruas e na internet — e, como quem estava esperando o sinal verde há meses, seis candidatos à Presidência subiram ao palco quase ao mesmo tempo.
Faltando 49 dias para o primeiro turno (4 de outubro), Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Pablo Marçal deram a largada.
Mas aqui vai o ponto que interessa a quem faz campanha: um lançamento não é só uma festa.
É o primeiro frame do eixo narrativo.
É o momento em que cada equipe de marketing entrega, em estado bruto, o posicionamento que vai tentar sustentar por sete semanas.
O local escolhido, o figurino, a trilha, o formato, a primeira frase — nada disso é acaso.
Tudo é mensagem.
E o dia 16 foi generoso: seis candidatos, seis gramáticas de campanha completamente diferentes.
Vamos ler cada uma.
Lula (PT): a nostalgia como método Lula não escolheu um palco qualquer.
Escolheu o Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, o chão das greves do ABC, o berço sindical de onde ele saiu para a política.
Isso é storytelling de trajetória em estado puro: antes de falar de futuro, a campanha ancora o candidato na sua própria origem.
A leitura de marketing é clara.
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