Ossadas encontradas no PR são de primas desaparecidas
A Polícia Civil confirmou que as ossadas encontradas na cidade de Paraíso do Norte, no noroeste do Paraná, pertencem a Letycia Garcia Mendes e Stella Dalva Melegari Almeida, desaparecidas desde abril deste ano em Cianorte, na região noroeste do estado.
Segundo as investigações as vítimas de 18 anos são apontadas como primas.
Os corpos foram encontrados na última sexta-feira (21) e identificados nesta quinta-feira (27).
Além disso, foi finalizado o exame em local de morte, que apontou indícios de morte violenta.
A causa, e a dinâmica das mortes será analisada nos exames médico-legais complementares.A polícia ressalta que as investigações continuam, com a análise dos elementos já produzidos e dos laudos periciais ainda pendentes, com objetivo de esclarecer a dinâmica do crime.
Leia Mais Polícia investiga duplo homicídio em caso de primas desaparecidas no PR Suspeito de matar primas no PR usava nome falso e estava foragido Mulheres são encontradas mortas após desaparecimento no litoral de SP Polícia investiga morte de família em apartamento no Paraná | BASTIDORES CNN Suspeitos encontrados Ainda na última sexta-feira (21), a polícia localizou dois suspeitos pelo crime.
Durante uma coletiva de imprensa, membros da corporação apontaram que o principal suspeito pelos crimes, Clayton Antônio da Silva Cruz, de 39 anos, foi localizado em Mandaguari, no Norte do Paraná.
Ele reagiu à abordagem e ainda tentou escapar pelo telhado da residência em uma tentativa de fuga.
“Durante a aproximação da equipe, o suspeito fugiu e invadiu outra residência, onde fez o morador de refém.
Diante da situação de extrema gravidade, atuamos para conter a ameaça e garantir a segurança da vítima”, explica o delegado da PCPR e chefe do Departamento de Operações Especiais, Thiago Teixeira.
Durante a intervenção, houve confronto e ele foi neutralizado.
Na residência em que ele se escondia, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão e localizaram um veículo roubado e com placas clonadas, uma arma de fogo, colete balístico, explosivo e joias.
Segundo a Polícia, o outro suspeito era comparsa de Clayton e auxiliou no crime.
“Além do Clayton, que era o principal suspeito pelo crime, a investigação identificou um comparsa de 29 anos que o auxiliou na prática do crime e na ocultação dos cadáveres.
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