Com mortes em 10 cidades, chikungunya se aproxima de dez mil casos em MS
A chikungunya já matou moradores de 10 municípios de Mato Grosso do Sul em 2026 e se aproxima da marca de 10 mil casos confirmados no Estado.
O novo boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) aponta 9.961 confirmações da doença e mantém em 30 o número de mortes.
Os óbitos estão distribuídos entre Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã, Nioaque e Corumbá.
Dourados concentra a maior parte das mortes registradas no Estado, enquanto Corumbá entrou recentemente na relação após a confirmação do primeiro óbito pela doença no município neste ano.
O novo levantamento mostra que, apesar de não ter havido aumento no número de mortes desde a última atualização, a doença continua circulando e o número de confirmações segue crescendo.
São 129 casos confirmados a mais em relação ao boletim anterior, que registrava 9.832 confirmações.
Além dos 9.961 casos confirmados, Mato Grosso do Sul contabiliza 12.520 casos prováveis.
A taxa de incidência estadual é de 454,2 casos prováveis para cada 100 mil habitantes, índice classificado como alto pela SES.
A classificação considera alta incidência quando o município ultrapassa 300 casos por 100 mil habitantes.
Dourados é o epicentro - Dourados permanece como o município com maior número de casos prováveis no Estado.
São 5.211 registros, com incidência de 2.141,2 casos por 100 mil habitantes.
O município também aparece com o maior número de mortes na lista da SES.
Na sequência estão Corumbá, com 1.683 casos prováveis e incidência de 1.748,2 por 100 mil habitantes; Jardim, com 494 casos e incidência de 2.060; Fátima do Sul, com 647 e incidência de 3.139,4; e Douradina, com 252 casos e a maior incidência do Estado, de 4.517,7 por 100 mil habitantes.
Douradina é seguida por Batayporã, com incidência de 3.603,4; Paraíso das Águas, com 3.557,2; e Angélica, com 3.243,5.
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