Olhos dos investidores estão na inflação nos EUA, sem sinal de acordo na guerra
Os olhos dos investidores estão na inflação ao consumidor nos Estados Unidos nesta quarta-feira (12), que podem definir o rumo das taxas de juros nos EUA.
Amanhã, serão divulgados os preços no atacado.
Isso tudo após os dados de emprego mostrarem um mercado mais fraco, que diminuiu as apostas em aumento de juros em setembro.
Por outro lado, a guerra entre os Estados Unidos e o Irã segue sem sinal de acordo e mantém o petróleo perto de US$ 89 o barril, o que aumenta a inflação e pressiona o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) a elevar os juros.
Os indicadores futuros de ações avançavam levemente em Nova York, antes do dado de inflação ser publicado.
A expectativa é que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de julho mostre apenas uma leve subida na inflação: 0,1% no indicador geral e 0,2% no chamado núcleo, segundo economistas consultados pela Dow Jones.
Entretanto, as taxas estimadas para o acumulado de 12 meses — de 3,4% e 2,5%, respectivamente — seguem acima da meta de 2%.
Se o relatório mostrar uma alta da inflação surpreendente, provavelmente alarmará os investidores.
O banco central tem mantido o foco no impacto que as pressões inflacionárias exercem sobre o consumidor americano.
Na última reunião, três membros divergiram e votaram pela subida dos juros.
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