TV aberta — dinossauros não morrem em silêncio
Segundo a Folha , as emissoras de TV estão fazendo um lobby para tornar obrigatória a inclusão de botões exclusivos para canais de TV aberta nos controles remotos de televisores vendidos no Brasil.
IA: Anthropic morre em US$ 1,5 bilhão, mas vence o copyright Internet Archive e os processos que ameaçam a preservação Esse é o futuro que as TVs Abertas querem! (Crédito: Grok) A Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV) e o Ministério das Comunicações apóiam a idéia, e o Presidente Lula provavelmente vai promulgar o Decreto ainda em 2026.
A princípio é só mais uma idéia idiota e corporativista, mas é algo mais sério.
É um ato de desespero, uma indústria que está sangrando hemorragicamente audiência, mesmo no Brasil, onde a TV Aberta ainda é uma força considerável.
A primeira briga deles foi com a TV por Assinatura, que começou a crescer por volta de 2005, chegando a abocanhar 20% da audiência, em 2015.
Mesma época que o streaming embalou de vez, e começou uma crescida ensandecida, que até agora não parou.
Mas... será esse o primeiro desafio que a TV Aberta enfrenta? Tá feia a coisa. (Crédito: Grok) Não, nem de longe, e quase todos foram respondidos com Lobbies, ações judiciais e outras medidas questionáveis.
Em Novembro de 1975 a Sony lançou nos EUA seu videocassete Betamax, revolucionando o mercado doméstico e livrando o espectador da escravidão do relógio.
Não mais ele precisava se prostar diante da TV esperando um programa começar, podia programar o videocassete para gravar um programa em determinado horário, ir pra rua e voltar encontrando seu programa pronto para ser assistido.
NOTA: No Brasil isso nunca funcionou.
Emissoras eram notórias em variar horários, e o SBT (sempre ele) não tinha o MENOR respeito com hora marcada.
Eu aprendi a iniciar a gravação 20 minutos antes e encerrar 20 minutos depois do horário marcado, e ainda assim perdia partes dos episódios.
A idéia de vender (e mais tarde alugar) filmes em fitas Betamax (e mais tarde VHS) parece lucrativa para as emissoras e estúdios, e realmente por décadas foi parte importante da geração de receita, mas na Década de 70 o pensamento de gente gravando os programas da TV, emprestando para os amigos e -o horror- pulando comerciais era demais para conglomerados como Universal e Disney, e então eles entraram na Justiça.
Mais tarde emissoras e redes de TV se juntaram ao Processão.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em meiobit.com — o conteúdo pertence a Meio Bit.