quinta-feira, 20 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
IA não substitui senso crítico, diz fundadora da Colletivo Design Greve dos bancários perde força com avanço do banco digital Luxo para pets: hotel com cinema e cromoterapia tem diária de até R$ 650 Corinthians precifica imagem em R$ 22 milhões e perde controle do caso Estudou até a 3ª série, abriu restaurante no quintal e cozinha para Netflix Encomenda à noite e delivery em 15 minutos: qual o preço disso? Dólar abre a R$ 5,19, com petróleo e dívida recorde dos EUA no radar Lucro do Walmart cresce 28,8% e atinge US$ 9,4 bilhões no 2º trimestre Após testes na Vale, Vibra amplia oferta de diesel de maior rendimento Justiça condena fundador da Evergrande e ex-homem mais rico da Ásia à prisão perpétua IA não substitui senso crítico, diz fundadora da Colletivo Design Greve dos bancários perde força com avanço do banco digital Luxo para pets: hotel com cinema e cromoterapia tem diária de até R$ 650 Corinthians precifica imagem em R$ 22 milhões e perde controle do caso Estudou até a 3ª série, abriu restaurante no quintal e cozinha para Netflix Encomenda à noite e delivery em 15 minutos: qual o preço disso? Dólar abre a R$ 5,19, com petróleo e dívida recorde dos EUA no radar Lucro do Walmart cresce 28,8% e atinge US$ 9,4 bilhões no 2º trimestre Após testes na Vale, Vibra amplia oferta de diesel de maior rendimento Justiça condena fundador da Evergrande e ex-homem mais rico da Ásia à prisão perpétua
Tecnologia

Software livre, hardware aberto: a rota de soberania que começa no chip

Canaltech ·

No primeiro texto desta série, eu disse que a camada mais profunda e mais concentrada da soberania digital é o silício, o chip .

É a peça que faz tudo funcionar e, ao mesmo tempo, a que o Brasil menos controla.

Este artigo é sobre essa camada: sobre a guerra global que se trava nela e sobre um caminho de saída que nasce de uma ideia antiga da computação, a de abrir o que é fechado.

Um chip não é uma coisa, é uma pilha Para entender a disputa, é preciso ver que um processador não é um objeto único, e sim uma pilha de camadas , cada uma um ponto de estrangulamento possível.

No topo está a arquitetura , o conjunto de instruções que define a "língua" que o chip fala (as três grandes são a x86, da Intel e da AMD, a ARM, licenciada pela britânica ARM, e a RISC-V, que já veremos).

Abaixo dela vêm as ferramentas de projeto , softwares de desenho de circuitos dominados por um punhado de empresas americanas.

Depois a fabricação , concentrada em pouquíssimas fundições, sobretudo em Taiwan.

Mais fundo, a litografia , a máquina que "imprime" o circuito no silício: as de ultravioleta extremo, necessárias para os chips mais avançados, são feitas por uma única empresa no mundo , a holandesa ASML.

E na base, os materiais , como as terras raras, cujo processamento a China quase monopoliza.

A lição é simples e um tanto assustadora: quem controla qualquer uma dessas camadas pode travar a cadeia inteira .

Não é preciso fazer todos os chips.

Basta ser dono de um gargalo.

A guerra é uma disputa por gargalos É exatamente assim que a guerra dos chips funciona.

Os Estados Unidos não fabricam a maior parte dos semicondutores, mas controlam gargalos estratégicos : as ferramentas de projeto, parte da propriedade intelectual e, via aliados, a litografia.

Ler a notícia completa no Canaltech ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.

Mais de Canaltech

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›