Presidente da Colômbia pede que Trump suspenda tarifas após terremoto
Bombeiro trabalha na busca por vítimas do terremoto em Cali, na Colômbia, neste sábado (15) Sergio Acero/Reuters O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a suspensão temporária de tarifas sobre produtos colombianos.
O objetivo é ajudar na recuperação do país sul-americano após um forte terremoto de magnitude 7,4 que deixou pelo menos 289 mortos.
O pedido foi feito na noite de sábado (15), durante uma conversa entre os dois líderes.
Em uma publicação no X (antigo Twitter), De la Espriella agradeceu a Trump pela ajuda enviada e afirmou que solicitou a suspensão das altas tarifas para "dar alívio aos nossos empresários, que enfrentam momentos muito difíceis devido aos efeitos do terremoto".
Agora no g1 Até o momento, a gestão de Trump não respondeu oficialmente ao pedido.
No entanto, o Departamento de Estado dos EUA informou que o país já ofereceu US$ 26,5 milhões em ajuda humanitária, incluindo alimentos, abrigos e suprimentos médicos.
De la Espriella, que assumiu o cargo poucos dias antes do tremor, é um aliado de Trump.
Ele contou com o apoio do líder americano no segundo turno das eleições presidenciais colombianas, realizado em 21 de junho, e tem buscado enfatizar suas conexões com os Estados Unidos.
O terremoto, que atingiu o oeste da Colômbia na manhã de segunda-feira, devastou cidades como Pereira, Cali e Quibdó.
A costa do Pacífico foi a área mais afetada, e o presidente declarou estado de desastre natural.
O epicentro ocorreu em Chocó, uma das regiões mais pobres do país.
Segundo o balanço mais recente do governo colombiano, a tragédia provocou: 289 mortes confirmadas; 3.937 feridos; 143 desaparecidos (embora levantamentos independentes da sociedade civil estimem milhares); 14.705 casas totalmente destruídas; 81.536 imóveis danificados.
Esperança por sobreviventes Em Cali, a terceira maior cidade da Colômbia, as equipes de resgate continuam as buscas por mais de 70 pessoas dadas como desaparecidas.
Embora a janela crucial de 48 a 72 horas para encontrar sobreviventes sob os escombros já tenha passado, as equipes mantêm as operações.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.