Há 10 anos, Alison e Bruno conquistavam o ouro no vôlei de praia
Há 10 anos, Alison Cerutti, o Mamute, e Bruno Schmidt se tornavam campeões olímpicos no vôlei de praia.
Nas areias de Copacabana, a dupla conquistou a segunda medalha de ouro da história do Brasil no vôlei de praia masculino.
Já na madrugada do dia 19 de agosto de 2016, eles coroaram a campanha olímpica com a quinta medalha dourada da delegação brasileira na Rio 2016. + SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Como chegou a dupla? A dupla teve início em 2014, mas foram dominar o circuito mundial um ano depois, em 2015.
Primeiro, eles ganham o Mundial de vôlei de praia, na Holanda , contra os donos da casa, Nummerdor e Varenhorst, de virada.
Em seguida, eles se tornam campeões do circuito mundial, com quatro ouros consecutivos no circuito, uma marca histórica.
Foram campeões do World Tour Finals, que reuniu as melhores duplas da temporada em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos.
O domínio foi brasileiro também e a dupla se sagrando campeões nacionais no circuito brasileiro de vôlei de praia e também saíram vencedores no Super Praia, que reúne os melhores times do ranking brasileiro.
Além disso, Bruno chegava como o melhor jogador do mundo, jogador que mais evoluiu e melhor jogador ofensivo, enquanto isso, Alison foi eleito o melhor bloqueador do mundo, tonando-se eleita a melhor dupla do mundo pela FIBV (Federação Internacional de Voleibol).
Susto e resiliência na fase de grupos Ao longo da campanha, Alison e Bruno disputaram sete jogos, somando seis vitórias e apenas uma derrota.
Na fase de classificação, pelo Grupo A, eles enfrentaram Binstock/Schachter (Canadá), Doppler/Horst (Áustria) e Carambula/Ranghieri (Itália).
A estreia diante dos canadenses terminou com vitória por 2 sets a 0, com vantagem mínima em ambas as parciais (21/19 e 22/20).
O segundo compromisso, no entanto, trouxe o único revés do torneio.
Os austríacos focaram o saque em Bruno para forçar Alison a levantar e venceram o primeiro set por 23/21.
O Brasil se recuperou na segunda parcial (21/16) impulsionado por boas defesas de Bruno, mas caiu de rendimento no tie-break e acabou superado por 15 a 13.
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