O ‘Santo Graal’ dos investimentos: a fórmula de Ray Dalio que os grandes fundos usam — e como aplicar na sua carteira
Em 1982, ele afirmou publicamente que a economia global caminhava para uma depressão.
A previsão estava errada: em vez do colapso, começava um dos maiores ciclos de alta da história.
O erro quase o levou à falência , mas também deu origem a um método criado para resistir às falsas certezas do mercado .
Ray Dalio já foi chamado de “ Steve Jobs dos investimentos ” e está à frente da Bridgewater Associates , gigante que administra mais de US$ 150 bilhões para clientes institucionais ao redor do mundo, entre fundos de pensão , governos e bancos centrais .
A quase falência foi descrita por Dalio como uma experiência “muito dolorosa”, mas decisiva para mudar sua forma de pensar e o levou a desenvolver um sistema de investimentos capaz de atravessar diferentes cenários econômicos , mesmo quando o excesso de confiança apontasse para a direção errada.
A seguir, conheça a abordagem que ele chamou de “Santo Graal” dos investimentos — e como ela pode ser aplicada por investidores que buscam uma carteira diversificada que reduz riscos, sem necessariamente abrir mão do retorno.
O que é o ‘Santo Graal’ de Ray Dalio O ditado é popular: “nunca colocar todos os ovos na mesma cesta”.
Para Ray Dalio, porém, isso não basta.
Não adianta apenas separar os ovos se todas as cestas estiverem no mesmo galinheiro.
Em investimentos , essa ideia passa pela correlação entre os ativos .
Correlação é o grau em que os ativos tendem a se mover juntos.
Por exemplo, duas ações do mesmo setor podem valorizar e desvalorizar ao mesmo tempo por estarem sujeitas às mesmas variáveis.
No entanto, ativos com baixa correlação reagem a forças econômicas completamente diferentes.
Um exemplo é a relação entre ações de tecnologia e o ouro .
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