Lobby soma R$ 100 milhões de receita e redefine a gestão de brindes
Leandro Alvares da Costa e Simon Soendergaard Johnsen, fundadores da Lobby | Imagem: Divulgação Uma oportunidade surgida durante a pandemia permitiu à Lobby pivotar sua tese inicial e deu origem ao modelo de negócio que hoje gerencia, por meio de uma plataforma própria, toda a cadeia de criação, produção, personalização e distribuição de brindes corporativos para médias e grandes empresas.
Com centenas de clientes recorrentes, entre eles Grupo Boticário, Bayer, Arco Educação, Tetra Pak, Wellhub e Flash , a startup já alcançou margem líquida positiva e cresce cerca de 40% ao ano, tendo faturado R$ 100 milhões desde o lançamento.
A Lobby faz parte do ecossistema Cubo Itaú.
Fundada por Leandro Alvares da Costa e Simon Soendergaard Johnsen , a Lobby reuniu uma dupla empreendedora de origens distintas, mas com trajetórias complementares.
Leandro, que já havia fundado a startup Hungroo Food Delivery em 2011, tornou-se posteriormente sócio e CTO da BankFacil, atual Creditas.
Simon, por sua vez, trazia a experiência de ter trabalhado na área de inovação da Lego, na Dinamarca, antes de se mudar para o Brasil e decidir empreender.
Antes da Lobby , fundou a Chama o Tio, uma plataforma de trabalhos freelancers.
Os dois se conheceram ao serem apresentados por um diretor da Endeavor, que identificou afinidades entre seus perfis.
Naquele momento, Leandro buscava uma nova oportunidade para empreender, enquanto Simon testava um marketplace de serviços com curadoria.
O encontro acabaria dando origem à primeira tese da Lobby .
A ideia inicial dos sócios foi criar uma solução para prédios corporativos que conectasse empresas, pessoas e serviços e levasse para os escritórios uma experiência inspirada na hotelaria.
O conceito deu origem ao nome Lobby e recebeu um investimento-anjo para colocar o projeto de pé, mas o aplicativo não ganhou tração.
Com a chegada da pandemia e o esvaziamento dos escritórios, os fundadores decidiram voltar a campo para entender as demandas das empresas.
Depois de mais de 100 conversas, identificaram uma dor das equipes de RH, que precisavam de alguém que resolvesse de ponta a ponta o processo de criação, produção, manuseio e distribuição de kits de boas-vindas para os novos funcionários contratados em regime remoto de trabalho.
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