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Renda extra, aposentadoria e mais: 13 ETFs para começar a investir

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Renda extra, aposentadoria e mais: 13 ETFs para começar a investir

Montar uma reserva de emergência, proteger o poder de compra da inflação ou receber dividendos com alguma regularidade são objetivos distintos, e cada um pede um ativo diferente.

Para quem tem perfil mais iniciante e quer resolver isso sem escolher papel por papel, diversos ETFs negociados na B3 dão conta desses e de outros quatro objetivos, com aporte único e a mesma praticidade de comprar uma ação, além de isenção de come-cotas e IOF, e com imposto de renda retido na fonte, o que dispensa o recolhimento por DARF.

Os estrategistas Rachel de Sá, Mayara Rodrigues, Raphael Figueredo e Maria Irene Jordão, do time de Reserch da XP, fizeram uma seleção por finalidade, dentro de sete temas que a casa considera comuns a diferentes perfis e horizontes de investimento.

Os ativos podem ser alocados individualmente ou em conjunto, mas não formam uma carteira recomendada, e a indicação de cada ETF se restringe ao objetivo em que ele aparece.

A lista chega em um momento em que a XP vê dois vetores dominando o cenário global: a persistência de juros elevados e a volatilidade em torno da temática de inteligência artificial (IA).

No último mês, os ativos mais expostos à IA sofreram correções agudas, o que abriu espaço para uma discussão sobre rotação de capital em direção a mercados que ficaram para trás.

Leia também: Sangria vai longe? Bolsa brasileira é emergente com maior peso em fundos globais Reserva de emergência Para a parcela mais defensiva do patrimônio, a XP indica NLFA11 , que acompanha o ILFA, índice de letras financeiras da Anbima que reflete uma carteira de emissões seniores, e LTBX11 , que combina Letras Financeiras do Tesouro e NTN-Bs e tem como referência o índice Teva ITBR Target 760.

Na seleção tática do mesmo relatório, a casa detalha o raciocínio por trás do NLFA11, apontado como opção de baixa volatilidade, eficiência tributária e baixo risco de crédito, por se tratar de emissões bancárias seniores.

Em um ambiente de expectativas de inflação mais pressionadas e revisão para cima da Selic terminal, os pós-fixados ganham relevância porque acompanham a elevação dos juros sem exposição relevante à marcação a mercado.

Proteção contra inflação Já na proteção contra inflação aparecem três nomes.

O IB5M11 investe em títulos públicos atrelados ao IPCA com vencimentos acima de cinco anos, replicando o IMA-B 5+.

O BDAP11 acompanha os juros reais no Brasil por meio de contratos atrelados ao IPCA, com referência no DAP5 da B3.

E o XB3511 segue títulos públicos indexados à inflação com vencimento em 2035, pelo Idex NTN-B 35.

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