Giroto vai ao "fundo do poço" na guerra pela prefeitura
Fundo do poço - Super disposto a brigar pela prefeitura de Campo Grande em 2028, o ex-deputado Edson Giroto (PL) resolveu pedir consultoria em estratégias para atacar Adriane Lopes.
Foi buscar ajuda de um dos maiores haters da prefeita, ex-candidato a vereador Bruno Ortiz.
Resultado, ontem apareceu em vídeo dentro de um bueiro da cidade, usando camisa social e todo suado, com uma pá na mão retirando entulhos do buraco.
No prego - O candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, Delcídio do Amaral (sem partido), foi intimado pela Prefeitura de Corumbá por meio de edital relacionado ao ITR (Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural).
A publicação cita dois Termos de Constatação e Intimação Fiscal em nome do ex-senador, mas não informa o valor da cobrança nem o motivo específico da pendência.
No Serasa - A nova cobrança surge após outra dívida envolvendo Delcídio, desta vez na Justiça Eleitoral.
Na campanha para deputado federal em 2022, ele foi condenado a devolver recursos públicos e parcelou o débito, mas deixou parcelas em aberto.
A cobrança chegou a R$ 27,6 mil, e a Justiça autorizou a inclusão do nome dele em cadastros de devedores após localizar apenas R$ 736,07 em contas bancárias.
Chorando as pitangas - Nascido em Corumbá, o juiz Mário Márcio de Almeida Souza publicou uma carta de desabafo por perder os "penduricalhos" do salários após decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) que limitaram o pagamento de verbas extras consideradas irregulares a magistrados.
Hoje trabalhando no Maranhão, ele virou personagem de matéria nacional por reclamar do fim dos privilégios que tem gerado revolta em quem é assalariado.
Aposentadoria tranquila - Ele afirmou que a medida “solapou seus legítimos projetos de vida” e disse ter sofrido uma redução de cerca de 20% na renda líquida mensal.
No texto, o magistrado afirmou que contava com os valores para garantir estabilidade financeira e uma velhice tranquila.
As decisões do STF determinaram a suspensão de penduricalhos em sete tribunais de Justiça e a devolução de valores pagos acima do limite permitido em alguns casos.
Mário Márcio, porém, não foi obrigado a devolver recursos.
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