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Tecnologia

Como o smartwatch sabe que você está dormindo? A ciência do relógio

Canaltech ·
Como o smartwatch sabe que você está dormindo? A ciência do relógio

As luzes que piscam na parte de trás de um smartwatch parecem simples, mas fazem parte de um sistema capaz de transformar sinais invisíveis do corpo em informações que aparecem na tela.

É assim que o smartwatch sabe que você está dormindo e estima frequência cardíaca, oxigenação do sangue e movimentos.

Por trás desses recursos está uma combinação de sensores ópticos, acelerômetro, giroscópio e algoritmos de inteligência artificial . 📱 Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas Nenhum desses componentes, sozinho, consegue dizer se uma pessoa está dormindo, correndo ou em sono REM.

A interpretação surge justamente do cruzamento de vários sinais captados continuamente.

Para entender como esse processo funciona, o Canaltech conversou com Otávio Penatti, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento em IA para saúde e bem-estar no centro de P&D da Samsung no Brasil, que explicou como os sensores e algoritmos transformam os sinais do corpo em informações compreensíveis para o usuário.

Por que o Galaxy Watch tem luzes verdes na parte de trás? Um dos principais sensores usados pelo Galaxy Watch é baseado na fotopletismografia , conhecida pela sigla PPG.

O princípio é relativamente simples: o relógio emite luz sobre a pele e analisa como ela é absorvida e refletida pelos tecidos.

O sangue interfere nessa resposta óptica.

Conforme o coração bate, a quantidade de sangue presente nos vasos próximos à pele muda.

Essas pequenas alterações podem ser detectadas pelo sensor.

A luz verde é particularmente eficiente para acompanhar as mudanças no volume sanguíneo relacionadas aos batimentos cardíacos.

A partir dessas variações, o relógio consegue estimar a frequência cardíaca.

Outros comprimentos de onda, como o vermelho e o infravermelho, podem fornecer informações complementares.

Como a hemoglobina absorve diferentes tipos de luz de maneiras distintas dependendo do nível de oxigenação, esses sinais também podem ser usados para estimar a saturação de oxigênio no sangue (SpO₂).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.

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