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Cerâmica de Rosário transforma tradição centenária em patrimônio reconhecido nacionalmente

G1 Maranhão ·
Cerâmica de Rosário transforma tradição centenária em patrimônio reconhecido nacionalmente

Cerâmica de Rosário transforma tradição centenária em patrimônio reconhecido nacionalmente Reprodução/ ASCOM Em Rosário, na Região do Munim, o barro representa muito mais do que matéria-prima.

Ele carrega história, tradição e sustento para famílias que há gerações transformam a argila da região em filtros, vasos, potes, manilhas e outras peças de cerâmica.

Agora, esse trabalho ganhou reconhecimento oficial.

O município recebeu do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o registro de Indicação Geográfica (IG), na modalidade Indicação de Procedência (IP), para a produção cerâmica.

O reconhecimento é o primeiro desse tipo concedido no Maranhão.

O pedido foi apresentado pela Associação dos Oleiros de Rosário (ASSOR), com apoio do Sebrae Maranhão, que auxiliou na organização dos produtores e na construção do processo de reconhecimento. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Indicação Geográfica reconhece relação entre produto e território A Indicação Geográfica é uma certificação que reconhece produtos ou serviços que têm características, qualidade ou reputação associadas a uma determinada região.

Na prática, o registro permite que a cerâmica de Rosário seja oficialmente identificada pela origem e pelo vínculo com o território onde essa tradição foi construída ao longo dos anos.

Para os oleiros, o reconhecimento representa a valorização de um conhecimento passado entre gerações e uma oportunidade de fortalecer a produção local.

Oleiro aprendeu profissão e virou representante da tradição À frente da Associação dos Oleiros de Rosário e do processo apresentado ao INPI está Amarildo Silva.

A história dele com a cerâmica começou de forma diferente da de muitos profissionais da área.

Ele não nasceu em uma família de oleiros.

O primeiro contato com a atividade aconteceu quando trabalhou como diarista em uma olaria, onde preparava a argila, amassava o barro e ajudava no acabamento das peças.

A curiosidade fez com que ele buscasse aprender a profissão.

“Via aquela roda girando, aquela mão transformando nada em tudo, e fiquei encantado”, conta.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Maranhão.

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