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Na EcoRodovias, resposta ao El Niño começa muito antes da chuva e onda de calor

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Na EcoRodovias, resposta ao El Niño começa muito antes da chuva e onda de calor

Filippo Chiariello, diretor de Engenharia Corporativa da EcoRodovias: eventos climáticos extremos já mudam a operação das rodovias, com medidas para prevenir deslizamentos, enchentes e outros riscos à infraestrutura

Uma onda de calor pode deformar o asfalto. Chuvas intensas aumentam o risco de deslizamentos em trechos de serra. Ventos fortes podem comprometer a circulação em uma ponte. Para uma concessionária de rodovias, as mudanças no clima também passaram a exigir alterações na forma de projetar, monitorar e operar a infraestrutura, especialmente sob fenômenos extremos como o El Niño .

Na EcoRodovias , parte dessa estratégia está baseada em estudos de vulnerabilidade climática iniciados há cerca de dez anos . Os levantamentos são usados para identificar os riscos de cada trecho e orientar desde intervenções de engenharia até protocolos que podem levar à limitação ou suspensão da operação.

“Antes da questão da resiliência virar moda, nossos primeiros estudos de vulnerabilidade voltam a uns dez anos atrás. Já começamos há muito tempo a fazer e atualizar estudos de vulnerabilidade, que são o principal insumo para planos de adaptação adequados”, afirma Filippo Chiariello, diretor de Engenharia Corporativa da EcoRodovias, em entrevista à EXAME.

O El Niño entra nessa estratégia não necessariamente com a criação de um planejamento separado, mas pela possibilidade de aumentar a frequência com que medidas já existentes precisam ser acionadas.

“Encaramos o El Niño como um evento agudo que agrava a frequência das situações. As medidas preventivas fazem sentido serem as mesmas. Nos preparamos enquanto organização para acionar mais vezes os planos de contingência ”, afirma Chiariello.

EcoRodovias: concessionária também combate riscos de enchentes nas suas operações de forma preventiva, não apenas durante os eventos extremos

A lógica adotada pela companhia começa pelo cruzamento entre vulnerabilidade e exposição. Além de entender quais estruturas estão mais suscetíveis aos efeitos do clima , a empresa considera a circulação de pessoas e mercadorias pelo local para dimensionar o risco físico e definir quais medidas de engenharia devem ser priorizadas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em exame.com — o conteúdo pertence a Exame.

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