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Nova lei permite tratamento de infarto ainda nas UPAs antes da transferência

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Nova lei permite tratamento de infarto ainda nas UPAs antes da transferência

Pacientes com suspeita de infarto poderão começar a receber tratamento ainda nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), antes mesmo de serem transferidos para hospitais com estrutura especializada.

A mudança está prevista em uma lei sancionada nesta quarta-feira (2) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A norma determina a criação de protocolos específicos para o atendimento de urgências cardiovasculares no SUS (Sistema Único de Saúde).

Na prática, a principal novidade é a possibilidade de aplicação de medicamentos trombolíticos nas UPAs, desde que o paciente se enquadre nos critérios que ainda serão definidos pelo governo.

Os trombolíticos são medicamentos usados para dissolver coágulos que bloqueiam a circulação do sangue.

Em alguns casos de infarto, eles podem ajudar a restabelecer o fluxo sanguíneo e reduzir os danos ao coração.

O tempo é um fator importante nesse tipo de atendimento.

Quanto mais demora para o tratamento começar, maior pode ser o risco de sequelas e de morte.

Hoje, em determinadas situações, o paciente precisa aguardar a transferência da UPA para um hospital com serviço especializado.

Com a nova regra, o tratamento poderá ser iniciado ainda na unidade de pronto atendimento, sem que seja necessário esperar todo o processo de transferência.

A mudança pode ter impacto maior em cidades onde os hospitais especializados ficam distantes ou onde a transferência de pacientes demora mais.

Mudança não é imediata Apesar da sanção, a nova regra ainda não começa a valer agora.

A lei entra em vigor 180 dias após a publicação no Diário Oficial da União.

Nesse período, o governo deverá definir os critérios de segurança, os protocolos de atendimento e as situações em que os medicamentos poderão ser utilizados nas UPAs.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

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